Acho que agora acredito em fantasma!
Sempre tive medo de escuro, e mesmo já tendo dormido sozinho em casarões antigos, e sem energia elétrica, nunca vi, nem ouvi nada que me justificasse a presença desses elementos; fantasmas. Mas um dia, ao chegar bem cedo em meu local de trabalho, cujo (local) é marcado por um importante fato histórico ocorrido aqui na região (casa azul), ao preparar a chaleira para passar o café, ouvi um som ressonante bem alto de uma barra de ferro que caía no chão, no banheiro ao lado. E esse som poderia perfeitamente ter sido produzido por alguma barra de ferro que caíra em consequência das dilatações térmicas, não fosse o fato de ter sido seguido de outro som da mesma barra de ferro, sendo que desta vez foi bem mais alto do que o primeiro. No momento achei que podia ser algum animal que tivesse ficado preso na casa no dia anterior, e que estivesse tentando sair, mas logo depois do ocorrido dei uma verificada tentando entender o que aconteceu e não achei nada que pudesse confirmar aquele som. Nenhum animal, e nem tampouco a tal barra de ferro.
Alguns dias se passaram, e em um outro dia, sendo eu novamente o primeiro a chegar, abri a porta da frente do prédio e sentei, a conversar com um colega de trabalho de outro órgão, em um banco que fica posicionado na entrada do prédio. E daí, conversando um pouco, de repente ouvimos o som de uma das nossas pesadas cadeiras sendo arrastada lá dentro. De início fiquei na minha, podia estar ouvindo coisas, mas ele, ouvindo também, me olhou meio estranho e perguntou se havia alguém lá dentro. Fiquei meio apreensivo, e mesmo sabendo que não, resolvi dá uma olhada... e mais uma vez, nada! Silêncio absoluto...
A ilustração é uma modelagem 3d, e foi feita no Blender.
A textura da tela é uma captura feita do celular, da postagem original de um dos grupos do WhatsApp, dos quais participo.
Fico muito agradecido pela suas visitas e espero que gostem, e sintam-se a vontade para dar suas opiniões, e até a próxima.
Objetivo principal é a busca de conhecimento relacionado às atividades de desenhos e de modelagem 3d.
Seja bem vindo, você também
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domingo, 18 de outubro de 2015
sábado, 9 de maio de 2015
Atendimento preferencial
Olá, à todos!
As vezes eu não consigo entender, porque que algumas coisas tão simples e fáceis, parecem serem tão difíceis de entender. E com certeza você também não deva estar entendendo o meu excesso de entenderes, mas vou exemplificar aqui, e assim vai ficar mais fácil de você... (melhor não, já tá demais). Então tá! - A dúvida é sobre os atendimentos preferenciais; Ex. Em um supermercado com vários caixas, e consequentemente o mesmo número de filas, uma para cada caixa, existe sempre uma tímida placa, em um dos cantos superiores do ambiente, com alguns símbolos desenhados, que com certeza muita gente não entenda ou talvez nem veja mesmo tal placa, onde diz ou pelo menos tenta dizer, que algumas pessoas, dependendo do seu estado atual ou permanente, tenha atendimento preferencial.
No caso dos supermercados, existem, além destas, outras placas sobrepostas em alguns caixas, dizendo que aqueles são os caixas rápidos, e que são destinados apenas às pessoas que têm até dez itens em suas compras. E é aí que já começa uma confusão, pois é muito comum ver “mulheres grávidas” com carrinhos de compras enormes, se dirigirem à esses caixas, achando que ali também terão atendimento preferencial já que se “encontram grávidas”. E é claro que a pessoa que atende ali, tenta explicar, que ela pode ser atendida em qualquer outro caixa, exceto naquele e geralmente causa um pouco de constrangimento para “ambos”, o que não é muito bom para a imagem da loja.
Já em alguns bancos, que com certeza são gerenciados por pessoas pouco cuidadosas sobre esse assunto, costuma existir um ou mais caixas eletrônicos com aquela placa ridícula em cima dele, “indicando” que somente naqueles caixas os atendimentos devam ser preferenciais, e podem ser usados apenas por pessoas que necessitem desse tipo de atendimento, e é aí que começa outra confusão, pois as vezes estes caixas mesmo se encontrando totalmente vazios, muitas pessoas ficam intimidadas à os utilizarem, possivelmente com medo de serem multadas como se fosse uma vaga de estacionamento, o que é totalmente diferente, pois nesse caso, o correto e o melhor, é que essas vagas estejam sempre vazias e disponíveis para que seus legítimos usuários as possam encontrá-las facilmente.
Mas em alguns casos acontece exatamente o contrário, principalmente em dias de pagamentos de aposentados, quando muitos clientes preferenciais se encontram no banco, e as filas que indicam serem exclusivas para eles estão longas demais. E mesmo estes clientes tendo prioridade em qualquer caixa, ficam intimidados à tentarem ser atendidos em outras filas, pois novamente correm o risco de serem constrangidos pelos outros usuários, e muitas vezes, até mesmo pelos funcionários dos bancos, quando lhes indicam que seus caixas “são aqueles, e não estes”.
Outro dia, após enfrentar uma maratona de um dia de filas e correria a vários pontos da cidade, em um sol de rachar, e sem ter tempo nem mesmo para comer nada, consegui renovar minha carteira de habilitação em um único dia, o que considerei um recorde, e fui informado a voltar com duas semanas para ver se estava pronta, e assim o fiz.
Após duas semanas lá estava eu de novo no final de uma fila de uns vinte metros de comprimento, muito cansado e a escutar alguns comentários dos outros que se encontravam próximos a mim, de que já estavam com trinta dias e seus documentos ainda não tinham chegado, mas que só poderiam ter certeza mesmo quando chegassem lá no balcão. E aquilo foi aumentando minha fome pois já era horário pós almoço e ainda não tinha comido nada de novo, mas mesmo assim continuei me mantendo otimista de que a minha já estaria lá, pois tinha consultado na internet e o processo já havia sido encerrado.
Ao chegar mo meio da fila, um conhecido meu que tinha também renovado a sua carta no mesmo dia que eu, e que é cliente preferencial, foi logo atendido e me deixou mais aliviado ao dizer que a sua já estava pronta.
Bom! - O tempo passa, o tempo não voa, e a minha paciência já não continuava assim tão numa boa ... até que consegui ser o terceiro da fila; o primeiro já estava sendo atendido, tinha um outro na minha frente, e eu seria o próximo:
Mas eis que chega um rapaz, digo rapaz devido o mesmo aparentar dentre vinte e quatro a vinte e oito anos, portanto muito jovem ainda, e também muito alto e muito forte. Com uma aparência de militar, no entanto vestindo roupas civis, com uma criança no colo, o que seria perfeitamente normal se a criança que o mesmo segurava não fosse tão grande.
O menino que ele segurava, ou melhor, tentava segurar no colo devia ter uns nove anos de idade, e era também bem crescido e também pesado, pois o rapaz, mesmo sendo muito forte, vez por outra o colocava no chão para dar uma descansada e logo a seguir colocava nos braços de novo, para que assim o atendente lhe reconhecesse como cliente preferencial. E logicamente, que o pessoal que estava atras de mim, mesmo estando todos cansados, começaram a fazer pequenos comentários a respeito e também a rir daquela cena “estranha”. E o fato é que na hora de assinar os papéis, por mais que ele tentou, não conseguiu fazer com a criança nos braços, e teve que deixá-lo próximo ao balcão, onde o mesmo transitou livremente, sem portanto apresentar nenhuma característica de uma criança especial. Eu ainda pensei em fazer uma piada e perguntar se a carteira era para ele ou para a criança, mas fiquei com medo de apanhar lá fora, e preferir deixar essa passar. rs
Para finalizar, deu tudo certo, a minha também estava pronta.
A imagem da cadeira de rodas é uma modelagem 3d, e foi feita no Blender.
Bem pessoal, por enquanto é só, e se quiserem comentar e/ou acrescentar alguma informação sobre esse tipo de atendimento, sintam-se a vontade para fazê-lo, pois aqui todos os visitantes são preferenciais. rss
Obrigado pela visita, abraço á todos, e espero que tenham gostado.
As vezes eu não consigo entender, porque que algumas coisas tão simples e fáceis, parecem serem tão difíceis de entender. E com certeza você também não deva estar entendendo o meu excesso de entenderes, mas vou exemplificar aqui, e assim vai ficar mais fácil de você... (melhor não, já tá demais). Então tá! - A dúvida é sobre os atendimentos preferenciais; Ex. Em um supermercado com vários caixas, e consequentemente o mesmo número de filas, uma para cada caixa, existe sempre uma tímida placa, em um dos cantos superiores do ambiente, com alguns símbolos desenhados, que com certeza muita gente não entenda ou talvez nem veja mesmo tal placa, onde diz ou pelo menos tenta dizer, que algumas pessoas, dependendo do seu estado atual ou permanente, tenha atendimento preferencial.
No caso dos supermercados, existem, além destas, outras placas sobrepostas em alguns caixas, dizendo que aqueles são os caixas rápidos, e que são destinados apenas às pessoas que têm até dez itens em suas compras. E é aí que já começa uma confusão, pois é muito comum ver “mulheres grávidas” com carrinhos de compras enormes, se dirigirem à esses caixas, achando que ali também terão atendimento preferencial já que se “encontram grávidas”. E é claro que a pessoa que atende ali, tenta explicar, que ela pode ser atendida em qualquer outro caixa, exceto naquele e geralmente causa um pouco de constrangimento para “ambos”, o que não é muito bom para a imagem da loja.
Já em alguns bancos, que com certeza são gerenciados por pessoas pouco cuidadosas sobre esse assunto, costuma existir um ou mais caixas eletrônicos com aquela placa ridícula em cima dele, “indicando” que somente naqueles caixas os atendimentos devam ser preferenciais, e podem ser usados apenas por pessoas que necessitem desse tipo de atendimento, e é aí que começa outra confusão, pois as vezes estes caixas mesmo se encontrando totalmente vazios, muitas pessoas ficam intimidadas à os utilizarem, possivelmente com medo de serem multadas como se fosse uma vaga de estacionamento, o que é totalmente diferente, pois nesse caso, o correto e o melhor, é que essas vagas estejam sempre vazias e disponíveis para que seus legítimos usuários as possam encontrá-las facilmente.
Mas em alguns casos acontece exatamente o contrário, principalmente em dias de pagamentos de aposentados, quando muitos clientes preferenciais se encontram no banco, e as filas que indicam serem exclusivas para eles estão longas demais. E mesmo estes clientes tendo prioridade em qualquer caixa, ficam intimidados à tentarem ser atendidos em outras filas, pois novamente correm o risco de serem constrangidos pelos outros usuários, e muitas vezes, até mesmo pelos funcionários dos bancos, quando lhes indicam que seus caixas “são aqueles, e não estes”.
Outro dia, após enfrentar uma maratona de um dia de filas e correria a vários pontos da cidade, em um sol de rachar, e sem ter tempo nem mesmo para comer nada, consegui renovar minha carteira de habilitação em um único dia, o que considerei um recorde, e fui informado a voltar com duas semanas para ver se estava pronta, e assim o fiz.
Após duas semanas lá estava eu de novo no final de uma fila de uns vinte metros de comprimento, muito cansado e a escutar alguns comentários dos outros que se encontravam próximos a mim, de que já estavam com trinta dias e seus documentos ainda não tinham chegado, mas que só poderiam ter certeza mesmo quando chegassem lá no balcão. E aquilo foi aumentando minha fome pois já era horário pós almoço e ainda não tinha comido nada de novo, mas mesmo assim continuei me mantendo otimista de que a minha já estaria lá, pois tinha consultado na internet e o processo já havia sido encerrado.
Ao chegar mo meio da fila, um conhecido meu que tinha também renovado a sua carta no mesmo dia que eu, e que é cliente preferencial, foi logo atendido e me deixou mais aliviado ao dizer que a sua já estava pronta.
Bom! - O tempo passa, o tempo não voa, e a minha paciência já não continuava assim tão numa boa ... até que consegui ser o terceiro da fila; o primeiro já estava sendo atendido, tinha um outro na minha frente, e eu seria o próximo:
Mas eis que chega um rapaz, digo rapaz devido o mesmo aparentar dentre vinte e quatro a vinte e oito anos, portanto muito jovem ainda, e também muito alto e muito forte. Com uma aparência de militar, no entanto vestindo roupas civis, com uma criança no colo, o que seria perfeitamente normal se a criança que o mesmo segurava não fosse tão grande.
O menino que ele segurava, ou melhor, tentava segurar no colo devia ter uns nove anos de idade, e era também bem crescido e também pesado, pois o rapaz, mesmo sendo muito forte, vez por outra o colocava no chão para dar uma descansada e logo a seguir colocava nos braços de novo, para que assim o atendente lhe reconhecesse como cliente preferencial. E logicamente, que o pessoal que estava atras de mim, mesmo estando todos cansados, começaram a fazer pequenos comentários a respeito e também a rir daquela cena “estranha”. E o fato é que na hora de assinar os papéis, por mais que ele tentou, não conseguiu fazer com a criança nos braços, e teve que deixá-lo próximo ao balcão, onde o mesmo transitou livremente, sem portanto apresentar nenhuma característica de uma criança especial. Eu ainda pensei em fazer uma piada e perguntar se a carteira era para ele ou para a criança, mas fiquei com medo de apanhar lá fora, e preferir deixar essa passar. rs
Para finalizar, deu tudo certo, a minha também estava pronta.
A imagem da cadeira de rodas é uma modelagem 3d, e foi feita no Blender.
Bem pessoal, por enquanto é só, e se quiserem comentar e/ou acrescentar alguma informação sobre esse tipo de atendimento, sintam-se a vontade para fazê-lo, pois aqui todos os visitantes são preferenciais. rss
Obrigado pela visita, abraço á todos, e espero que tenham gostado.
sábado, 28 de março de 2015
Xeque mate
Olá, à todos!
Apenas como esclarecimento, queria dizer que não é objetivo desse blog tratar de assuntos relativos a conceitos preconcebidos como religiosidade e p0lítica, no entanto para fazer esse texto acabei por recorrer a uma citação bíblica, e tentar expor melhor minha opinião a respeito do que penso sobre a consulta popular que foi sugerida pelo g0verno logo após as manifestações de 2013, e que parece já está caindo no agrado de muita gente, e do qual sou particularmente contra e vou explicar aqui o porque.
E sendo este um tema p0lítico, vou tentar manter o máximo de imparcialidade possível, afim de que o meu texto não desvirtue do intento a que esse blog foi proposto.
Bem, primeiramente, já participei de três dessas "consultas", e em apenas uma delas a minha ideia bateu com a dos da maioria. Portanto, apesar de votar consciente, parece que meu modo de pensar, não é muito popular. Mas deixando o meu gosto de lado, vou expor abaixo minha citação do que mencionei acima, e de ante mão, queria explicar que esta é uma versão de uma das bíblias que baixei gratuitamente no smart (assunto de outros posts).
Mateus: 27. 19. E estando ele assentado no tribunal, sua mulher mandou dizer-lhe: Não te envolvas na questão desse justo, porque muito sofri hoje em sonho por causa dele.
20. Mas os principais sacerdotes e os anciãos persuadiram as multidões a que pedissem Barrabás e fizessem morrer Jesus.
21. O governador, pois, perguntou-lhes: Qual dos dois quereis que eu vos solte? E disseram: Barrabás.
22. Tornou-lhes Pilatos: Que farei então com Jesus, que chama Cristo? Disseram todos: Seja crucificado.
23. Pilatos, porém, disse: Pois que mal fez ele? Mas eles clamavam ainda mais: Seja crucificado.
24. Ao ver Pilatos que nada conseguia, mas pelo contrário que o tumulto aumentava, mandando trazer água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Sou inocente do sangue deste homem; seja isso lá convosco. Bíblia JFA Offline. Autor: Deus Programador: Marcel Rocco Versão: 3.2.4
E outra vez esclarecendo; embora eu não seja um leitor frequente da bíblia, já ouvi tantas histórias relacionadas a mesma, que sempre que preciso de um dos seus exemplos para uso no meu dia a dia ou para tentar explicar algo à alguém, acabo por recorrer a ela, pois sei que esses exemplos estão lá, são fáceis de encontrar, e este, além de ser um livro que existe em todo lugar é também muito convincente.
Em relação ao exemplo acima, é possível perceber claramente, que o “propósito” ou o resultado dos mesmos, muitas vezes vão além do que realmente pareça ser a verdadeira vontade do povo. E aqui mesmo no estado do Pará, houve recentemente uma consulta popular em prol de uma decisão de dividir ou não o estado. Mas antes que o resultado das opiniões fosse confirmado, foi feito todo um “preparativo p0lítico” para que o resultado acontecesse exatamente como deveria ser, que era o de não dividir o estado. No entanto, só os que moram nas regiões mais distantes da capital, e mesmo que sejam estas também as mais ricas e mais extensas do estado, é que sabem os sérios problemas que existem aqui.
A ilustração desse post, é uma modelagem 3d feita no Blender, e editada no Gimp.
Desde já agradeço a todos pela presença no blog, e sintam-se a vontade se quiserem deixar suas opiniões através de comentários, e/ou marcando os quadradinhos abaixo.
Clique nas imagens para ampliar, e grande abraço.
Apenas como esclarecimento, queria dizer que não é objetivo desse blog tratar de assuntos relativos a conceitos preconcebidos como religiosidade e p0lítica, no entanto para fazer esse texto acabei por recorrer a uma citação bíblica, e tentar expor melhor minha opinião a respeito do que penso sobre a consulta popular que foi sugerida pelo g0verno logo após as manifestações de 2013, e que parece já está caindo no agrado de muita gente, e do qual sou particularmente contra e vou explicar aqui o porque.
E sendo este um tema p0lítico, vou tentar manter o máximo de imparcialidade possível, afim de que o meu texto não desvirtue do intento a que esse blog foi proposto.
Bem, primeiramente, já participei de três dessas "consultas", e em apenas uma delas a minha ideia bateu com a dos da maioria. Portanto, apesar de votar consciente, parece que meu modo de pensar, não é muito popular. Mas deixando o meu gosto de lado, vou expor abaixo minha citação do que mencionei acima, e de ante mão, queria explicar que esta é uma versão de uma das bíblias que baixei gratuitamente no smart (assunto de outros posts).
Mateus: 27. 19. E estando ele assentado no tribunal, sua mulher mandou dizer-lhe: Não te envolvas na questão desse justo, porque muito sofri hoje em sonho por causa dele.
20. Mas os principais sacerdotes e os anciãos persuadiram as multidões a que pedissem Barrabás e fizessem morrer Jesus.
21. O governador, pois, perguntou-lhes: Qual dos dois quereis que eu vos solte? E disseram: Barrabás.
22. Tornou-lhes Pilatos: Que farei então com Jesus, que chama Cristo? Disseram todos: Seja crucificado.
23. Pilatos, porém, disse: Pois que mal fez ele? Mas eles clamavam ainda mais: Seja crucificado.
24. Ao ver Pilatos que nada conseguia, mas pelo contrário que o tumulto aumentava, mandando trazer água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Sou inocente do sangue deste homem; seja isso lá convosco. Bíblia JFA Offline. Autor: Deus Programador: Marcel Rocco Versão: 3.2.4
E outra vez esclarecendo; embora eu não seja um leitor frequente da bíblia, já ouvi tantas histórias relacionadas a mesma, que sempre que preciso de um dos seus exemplos para uso no meu dia a dia ou para tentar explicar algo à alguém, acabo por recorrer a ela, pois sei que esses exemplos estão lá, são fáceis de encontrar, e este, além de ser um livro que existe em todo lugar é também muito convincente.
Em relação ao exemplo acima, é possível perceber claramente, que o “propósito” ou o resultado dos mesmos, muitas vezes vão além do que realmente pareça ser a verdadeira vontade do povo. E aqui mesmo no estado do Pará, houve recentemente uma consulta popular em prol de uma decisão de dividir ou não o estado. Mas antes que o resultado das opiniões fosse confirmado, foi feito todo um “preparativo p0lítico” para que o resultado acontecesse exatamente como deveria ser, que era o de não dividir o estado. No entanto, só os que moram nas regiões mais distantes da capital, e mesmo que sejam estas também as mais ricas e mais extensas do estado, é que sabem os sérios problemas que existem aqui.
A ilustração desse post, é uma modelagem 3d feita no Blender, e editada no Gimp.
Desde já agradeço a todos pela presença no blog, e sintam-se a vontade se quiserem deixar suas opiniões através de comentários, e/ou marcando os quadradinhos abaixo.
Clique nas imagens para ampliar, e grande abraço.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Novos conceitos.
Olá, à todos!
Concluindo o post anterior, quero dizer que após as faturas originais chegarem pelo correio, com o atraso de sempre, ainda perdi uns três dias indo à loja, e não consegui resolver o problema. No entanto de posse das poucas informações contidas nessas faturas (as originais), resolvi pagar a que estava duvidosa e tentar encerrar o assunto, e aguardar o próximo mês para ver no que dava.
Esse mês recebi uma mensagem dizendo que o valor da conta não tinha atingido dez reais, e que esse valor seria adicionado ao do próximo mês. Não sei o porque de me mandarem essa mensagem, pois ao ir à loja pegar a outra fatura do modem, vi que a do smart também estava lá em conjunto. Paguei-as e estou esperando o próximo mês de novo,... e o resto você já sabe...
Ah, só mais uma coisinha; em uma dessas esperas na loja, um Sr. perdeu a cabeça e bateu com força com a mão na mesa de uma das moças, que foi preciso o segurança e a gerente interferirem e tentar resolver seu problema. E claro que ninguém concordou com isso, pois os olhares das pessoas que presenciaram a cena “diziam” isso, mesmo porque as moças não tem nenhuma culpa pois são apenas funcionárias cumprindo ordem. Mas, se existe um culpado, e eu sei que existe, são os órgãos fiscalizadores que deveriam proteger o direito dos consumidores, e infelizmente parecem que não existem mais, em suma, o próprio governo.
Bem, agora vem o lado bom do meu post: fora esses contratempos, eu gostei de ter feito esse pequeno “investimento” em mim, pois como disse no início do post anterior, gosto de tecnologia e do que ela oferece para facilitar minha vida.
Após iniciar meu aprendizado na era smart, comecei a descobrir um mundo cheio de novidades. O próprio aparelho em si, já vem com alguns aplicativos com vários tipos de funções, mas que ainda abre um leque de opções para serem baixadas. Muitos são “gratuitos” e outros tantos podem ser comprados por um preço bem acessível. E dentre os gratuitos, posso citar alguns que baixei, e que estão me sendo úteis: pra começar, baixei um anti vírus, duas bíblias, um tradutor, algumas bússolas, um decibelímetro, uma “estação meteorológica”, um repelente de insetos que ainda não sei se funciona, e estou também usando um monitor de exercícios diários (esse já veio no smart), e outros que não gostei, e já desinstalei.
Esses aplicativos costumam ser bem pequenos e fáceis de baixar, e os gratuitos, mesmo vindo acompanhados de propagandas (on line), são muito bons.
Embora eu esteja me expressando para alguns feito um “alienígena”, fiz questão de escrever isso, não para estes, mas talvez para pessoas, que com certeza, assim como eu, ainda tenham impregnados em seus DNAs alguns “resíduos sólidos” do milênio passado, difíceis de sair. E que por vezes e até sem querer, “nos vemos” criticando os mais jovens por se comportarem de forma que não compreendemos direito.
Só para finalizar, acho que se não podemos manter o mundo do jeito que achamos que seja o mais viável, temos que nos adequar a ele da maneira que melhor nos convier, pelo menos assim não ficamos totalmente alheios aos temas contemporâneos, e podemos interagir melhor com as novas gerações.
Todos os objetos da cena foram modelados no Blender 3d
Sintam-se a vontade se quiserem dar suas opiniões. Fico muito agradecido com suas visitas, e até a próxima. Clique nas imagens que elas ampliam.
Abraço!
Concluindo o post anterior, quero dizer que após as faturas originais chegarem pelo correio, com o atraso de sempre, ainda perdi uns três dias indo à loja, e não consegui resolver o problema. No entanto de posse das poucas informações contidas nessas faturas (as originais), resolvi pagar a que estava duvidosa e tentar encerrar o assunto, e aguardar o próximo mês para ver no que dava.
Esse mês recebi uma mensagem dizendo que o valor da conta não tinha atingido dez reais, e que esse valor seria adicionado ao do próximo mês. Não sei o porque de me mandarem essa mensagem, pois ao ir à loja pegar a outra fatura do modem, vi que a do smart também estava lá em conjunto. Paguei-as e estou esperando o próximo mês de novo,... e o resto você já sabe...
Ah, só mais uma coisinha; em uma dessas esperas na loja, um Sr. perdeu a cabeça e bateu com força com a mão na mesa de uma das moças, que foi preciso o segurança e a gerente interferirem e tentar resolver seu problema. E claro que ninguém concordou com isso, pois os olhares das pessoas que presenciaram a cena “diziam” isso, mesmo porque as moças não tem nenhuma culpa pois são apenas funcionárias cumprindo ordem. Mas, se existe um culpado, e eu sei que existe, são os órgãos fiscalizadores que deveriam proteger o direito dos consumidores, e infelizmente parecem que não existem mais, em suma, o próprio governo.
Bem, agora vem o lado bom do meu post: fora esses contratempos, eu gostei de ter feito esse pequeno “investimento” em mim, pois como disse no início do post anterior, gosto de tecnologia e do que ela oferece para facilitar minha vida.
Após iniciar meu aprendizado na era smart, comecei a descobrir um mundo cheio de novidades. O próprio aparelho em si, já vem com alguns aplicativos com vários tipos de funções, mas que ainda abre um leque de opções para serem baixadas. Muitos são “gratuitos” e outros tantos podem ser comprados por um preço bem acessível. E dentre os gratuitos, posso citar alguns que baixei, e que estão me sendo úteis: pra começar, baixei um anti vírus, duas bíblias, um tradutor, algumas bússolas, um decibelímetro, uma “estação meteorológica”, um repelente de insetos que ainda não sei se funciona, e estou também usando um monitor de exercícios diários (esse já veio no smart), e outros que não gostei, e já desinstalei.
Esses aplicativos costumam ser bem pequenos e fáceis de baixar, e os gratuitos, mesmo vindo acompanhados de propagandas (on line), são muito bons.
Embora eu esteja me expressando para alguns feito um “alienígena”, fiz questão de escrever isso, não para estes, mas talvez para pessoas, que com certeza, assim como eu, ainda tenham impregnados em seus DNAs alguns “resíduos sólidos” do milênio passado, difíceis de sair. E que por vezes e até sem querer, “nos vemos” criticando os mais jovens por se comportarem de forma que não compreendemos direito.
Só para finalizar, acho que se não podemos manter o mundo do jeito que achamos que seja o mais viável, temos que nos adequar a ele da maneira que melhor nos convier, pelo menos assim não ficamos totalmente alheios aos temas contemporâneos, e podemos interagir melhor com as novas gerações.
Todos os objetos da cena foram modelados no Blender 3d
Sintam-se a vontade se quiserem dar suas opiniões. Fico muito agradecido com suas visitas, e até a próxima. Clique nas imagens que elas ampliam.
Abraço!
sábado, 13 de dezembro de 2014
Comunicação no modo Pré... histórico.
Olá, pessoal! Há quanto tempo né?!
Tecnologia versos R. H.
O assunto desse post, iniciou-se a partir de uma viagem que fiz no mês passado, com alguns colegas de trabalho, e quando ocorriam alguns momentos importantes como o próprio ato estressante de esperar a hora do embarque, assim como outros bem mais descontraídos como a visita que fizemos ao museu para ver os bichos, todos exibiam logo seus smartphones e começavam a fazer uso deles; desde acesso a internet, joguinhos, ouvir músicas, ou mesmo a tiragem, sem compromisso, de muitas fotos.
Bem, eu sempre fui muito fã de tecnologia, sempre quis ser um dos primeiros a utilizar desses benefício, mesmo porque essa é a melhor maneira de aprender e de me manter atualizado que conheço, alem de ler os manuais óbvio. Só que nesse quesito telefone, deixei muito a desejar, pois possuindo câmeras digitais, achava que sempre que precisasse, elas estariam disponíveis. E tendo um celular bem antigo mas que funciona muito bem, para que comprar um smartphone se também tenho internet em casa? –Puro engano! - Hoje as coisas acontecem muito rápido, e normalmente não costumam se repetir, e as câmeras de que falei, permaneceram na mala durante todo o período da viagem com as baterias descarregadas. E não quis “pagar o mico” de usar seus “monstruosos” carregadores nas tomadas da sala de espera. E no hotel, as tomadas também são diferentes dos plugs deles, isso sem falar no tamanho dessas câmaras, totalmente desproporcionais quando se quer ser discreto.
Depois desses pequenos constrangimentos decidi que na volta para casa a primeira coisa que faria era a de me atualizar comprando um smart para mim também, e assim o fiz.
Após a compra de um bom aparelho veio a primeira necessidade embutida. Precisava trocar o meu plano antigo por um com internet, porém conservando o mesmo número, e assim o fiz. E tudo ocorreu muito bem logo na primeira tentativa que fiz ao ligar para a central de atendimento. E dois dias depois eu já passei a ser um homem atualizado de novo, com internet móvel, redes sociais, e tudo o mais. E tudo ia muito bem até o dia em que fui a loja comprar um novo chip, e aproveitei para pegar também minhas faturas pois se depender do correio daqui, sempre pagamos as contas com acréscimos de juros, já que sempre chegam atrasadas. E ao olhar as faturas vi que algo estava errado pois os valores eram bem maiores que os planos que havia feito, e uma delas estava duplicada e com valores diferentes. Peguei uma senha de atendimento, e fui o penúltimo a ser atendido, e após muitas tentativas da funcionária de entender o porque das contas erradas, ela ligou para a central, e após longos minutos de espera e a loja já ter fechado, ela me passou o telefone para que eu mesmo conversasse com a pessoa do outro lado da linha. E não preciso nem dizer que isso não funcionou, pois os seguranças da loja estavam se alternando paro o horário noturno, e conversavam muito alto, impossibilitando totalmente que eu ouvisse alguma coisa no telefone. Desliguei o aparelho e resolvi tentar em casa a noite para ver no que dava. Isso era uma quarta feira, e após o horário das novelas resolvi tentar falar com alguém da central. E é claro que a única coisa que consegui, até o final do programa do Jô, foi ficar com a orelha quente, e ouvi repetidamente uma musiquinha sem começo nem fim que eles põem para que desistamos logo, eu acho.
No dia seguinte fui novamente a loja, e logo na porta uma funcionária me recebeu dizendo que todo o sistema estava fora do ar e que nada estava sendo feito. E a noite, tentei novamente, só que dessa vez eu consegui falar com uma atendente, que depois de muitas explicações minhas ela disse que esse problema só poderia ser resolvido na loja. E no dia seguinte fui novamente a loja, “desculpem eu estar repetindo as mesmas palavras, mas é que não estou encontrando outro jeito de escrever isto”, e dessa vez uma outra moça, muito educada e gentil, me atendeu, e quando o problema estava quase sendo resolvido a ligação caiu, e mesmo ela tentando outras vezes, não conseguiu resolver nada, só que dessa vez ela me agendou para o dia seguinte, para que eu fosse direto com ela, pois ligaria para a ouvidoria e resolveria o tal problema. E no dia seguinte lá se vai eu de novo, todo achando que ia dar tudo certo. Só que a moça, que entrega a senha, foi verificar com ela o porque que eu seria atendido diretamente com ela sem precisar de senha, ela mandou-me um recado pela da "senha", que aquele problema só seria resolvida na ouvidoria, e que só funcionava nos dias úteis e em horários comerciais, e que eu mesmo ligasse para lá. E não tendo mais o que fazer ali, sai e fui embora.
Na Segunda feira, ainda pela manhã, liguei para a tal ouvidoria, e logo na segunda tentativa uma moça me atendeu, e após explicar várias vezes, ela disse que ia anotar meu problema e ia me retornar a ligação com cinco dias úteis (coisa que não aconteceu ainda), mas se eu quisesse tentar ligar para a central, quem sabe eles resolveriam por lá...
Bem pessoal, sei que estão cansados de ler isso se é que conseguiram chegar até aqui, e o pior, é que essa historinha interessante ainda não terminou. No momento, resolvi pagar uma das faturas, a que estava com os valores do meu modem e do plano novo do smartphone juntos em valores somados. A outra, do plano anterior, (só celular) eu vou esperar chegar as originais pelo correio, e ver se descubro alguma coisa.
No momento decidi que se não resolverem esse problema, eu vou ter que pagar todas as contas, mesmo que repetidas, e logo que ficar confirmado os pagamentos vou mandar cancelar tudo e depois, quem sabe, fazer outro plano com outra operadora,... outra operadora!? Até parece! - São todas iguais, a única diferença está no "se pega" ou no "não pega o sinal". Talvez eu faça na mesma mesmo, afinal preciso me manter atualizado né? Principalmente me acostumando com esse péssimos serviços de atendimento.
A imagem do post, eu tentei expressar o que sinto a respeito dessas dependências que estão sendo criadas pelas empresas, onde as tecnologias evoluem tanto e tão rapidamente, e os recursos humanos, parecem estarem retrocedendo à idade da pré história, e a desculpa é sempre a mesma; a culpa é do sistema.
Por enquanto é só, fico muito grato pela visita e até a próxima.
A imagem foi modelada no Blender 3d, e para ampliar, é só clicar sobre ela.
Tecnologia versos R. H.
O assunto desse post, iniciou-se a partir de uma viagem que fiz no mês passado, com alguns colegas de trabalho, e quando ocorriam alguns momentos importantes como o próprio ato estressante de esperar a hora do embarque, assim como outros bem mais descontraídos como a visita que fizemos ao museu para ver os bichos, todos exibiam logo seus smartphones e começavam a fazer uso deles; desde acesso a internet, joguinhos, ouvir músicas, ou mesmo a tiragem, sem compromisso, de muitas fotos.
Bem, eu sempre fui muito fã de tecnologia, sempre quis ser um dos primeiros a utilizar desses benefício, mesmo porque essa é a melhor maneira de aprender e de me manter atualizado que conheço, alem de ler os manuais óbvio. Só que nesse quesito telefone, deixei muito a desejar, pois possuindo câmeras digitais, achava que sempre que precisasse, elas estariam disponíveis. E tendo um celular bem antigo mas que funciona muito bem, para que comprar um smartphone se também tenho internet em casa? –Puro engano! - Hoje as coisas acontecem muito rápido, e normalmente não costumam se repetir, e as câmeras de que falei, permaneceram na mala durante todo o período da viagem com as baterias descarregadas. E não quis “pagar o mico” de usar seus “monstruosos” carregadores nas tomadas da sala de espera. E no hotel, as tomadas também são diferentes dos plugs deles, isso sem falar no tamanho dessas câmaras, totalmente desproporcionais quando se quer ser discreto.
Depois desses pequenos constrangimentos decidi que na volta para casa a primeira coisa que faria era a de me atualizar comprando um smart para mim também, e assim o fiz.
Após a compra de um bom aparelho veio a primeira necessidade embutida. Precisava trocar o meu plano antigo por um com internet, porém conservando o mesmo número, e assim o fiz. E tudo ocorreu muito bem logo na primeira tentativa que fiz ao ligar para a central de atendimento. E dois dias depois eu já passei a ser um homem atualizado de novo, com internet móvel, redes sociais, e tudo o mais. E tudo ia muito bem até o dia em que fui a loja comprar um novo chip, e aproveitei para pegar também minhas faturas pois se depender do correio daqui, sempre pagamos as contas com acréscimos de juros, já que sempre chegam atrasadas. E ao olhar as faturas vi que algo estava errado pois os valores eram bem maiores que os planos que havia feito, e uma delas estava duplicada e com valores diferentes. Peguei uma senha de atendimento, e fui o penúltimo a ser atendido, e após muitas tentativas da funcionária de entender o porque das contas erradas, ela ligou para a central, e após longos minutos de espera e a loja já ter fechado, ela me passou o telefone para que eu mesmo conversasse com a pessoa do outro lado da linha. E não preciso nem dizer que isso não funcionou, pois os seguranças da loja estavam se alternando paro o horário noturno, e conversavam muito alto, impossibilitando totalmente que eu ouvisse alguma coisa no telefone. Desliguei o aparelho e resolvi tentar em casa a noite para ver no que dava. Isso era uma quarta feira, e após o horário das novelas resolvi tentar falar com alguém da central. E é claro que a única coisa que consegui, até o final do programa do Jô, foi ficar com a orelha quente, e ouvi repetidamente uma musiquinha sem começo nem fim que eles põem para que desistamos logo, eu acho.
No dia seguinte fui novamente a loja, e logo na porta uma funcionária me recebeu dizendo que todo o sistema estava fora do ar e que nada estava sendo feito. E a noite, tentei novamente, só que dessa vez eu consegui falar com uma atendente, que depois de muitas explicações minhas ela disse que esse problema só poderia ser resolvido na loja. E no dia seguinte fui novamente a loja, “desculpem eu estar repetindo as mesmas palavras, mas é que não estou encontrando outro jeito de escrever isto”, e dessa vez uma outra moça, muito educada e gentil, me atendeu, e quando o problema estava quase sendo resolvido a ligação caiu, e mesmo ela tentando outras vezes, não conseguiu resolver nada, só que dessa vez ela me agendou para o dia seguinte, para que eu fosse direto com ela, pois ligaria para a ouvidoria e resolveria o tal problema. E no dia seguinte lá se vai eu de novo, todo achando que ia dar tudo certo. Só que a moça, que entrega a senha, foi verificar com ela o porque que eu seria atendido diretamente com ela sem precisar de senha, ela mandou-me um recado pela da "senha", que aquele problema só seria resolvida na ouvidoria, e que só funcionava nos dias úteis e em horários comerciais, e que eu mesmo ligasse para lá. E não tendo mais o que fazer ali, sai e fui embora.
Na Segunda feira, ainda pela manhã, liguei para a tal ouvidoria, e logo na segunda tentativa uma moça me atendeu, e após explicar várias vezes, ela disse que ia anotar meu problema e ia me retornar a ligação com cinco dias úteis (coisa que não aconteceu ainda), mas se eu quisesse tentar ligar para a central, quem sabe eles resolveriam por lá...
Bem pessoal, sei que estão cansados de ler isso se é que conseguiram chegar até aqui, e o pior, é que essa historinha interessante ainda não terminou. No momento, resolvi pagar uma das faturas, a que estava com os valores do meu modem e do plano novo do smartphone juntos em valores somados. A outra, do plano anterior, (só celular) eu vou esperar chegar as originais pelo correio, e ver se descubro alguma coisa.
No momento decidi que se não resolverem esse problema, eu vou ter que pagar todas as contas, mesmo que repetidas, e logo que ficar confirmado os pagamentos vou mandar cancelar tudo e depois, quem sabe, fazer outro plano com outra operadora,... outra operadora!? Até parece! - São todas iguais, a única diferença está no "se pega" ou no "não pega o sinal". Talvez eu faça na mesma mesmo, afinal preciso me manter atualizado né? Principalmente me acostumando com esse péssimos serviços de atendimento.
A imagem do post, eu tentei expressar o que sinto a respeito dessas dependências que estão sendo criadas pelas empresas, onde as tecnologias evoluem tanto e tão rapidamente, e os recursos humanos, parecem estarem retrocedendo à idade da pré história, e a desculpa é sempre a mesma; a culpa é do sistema.
Por enquanto é só, fico muito grato pela visita e até a próxima.
A imagem foi modelada no Blender 3d, e para ampliar, é só clicar sobre ela.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Aerobarco de brinquedo 3d.
Olá, à todos!
Esse barco de brinquedo, foi criado a partir de uma necessidade didática emergente no sentido participativo de um grupo de três jovens à uma feira de ciências, a qual o projeto inicial não deu certo, e pelo pouco tempo que ainda restava até o dia do evento, fiz a sugestão desse modelo, visto que cumpria as exigências do professor, e poderia ser feito em tempo record.
Já se passava do meio dia quando elaboramos a relação dos materiais a serem comprados, e no final da tarde iniciávamos a confecção do protótipo, pois logo à noite teria que se fazer um vídeo dele funcionando e cujo deveria ser levado na manhã seguinte para que o professor desse seu aval de aprovação ou não, para que pudesse expor o mesmo no próximo fim de semana.
Logo no início da noite o barquinho estava pronto e ao fazer o teste drive, funcionou perfeitamente como deveria, exceto pelo fato de que as pilhas começaram a esquentar e sair fumaça. Como estávamos lidando com água, resolvemos adiar os consertos para o dia seguinte, no entanto ainda tínhamos que fazer o vídeo para levar pela manhã ao professor. E mais uma vez tivemos a brilhante ideia de usar um ventilador na parte de trás do barco, assim o vento empurrava o barco, ao mesmo tempo que a hélice giraria, dando a entender que o mesmo estaria andando sozinho. E assim foi feito, e deu certo não fosse por apenas um único probleminha que surgiu na hora da filmagem: é que em certas partes do vídeo, a pessoa que segurava o ventilador, e ao mesmo tempo que tentava protegê-lo da frente da câmera para que este não aparecesse na filmagem, ficava girando em torno da pequena piscina, e em certos momentos o barquinho aparecia andando de lado como um caranguejo, isso sem falar no áudio, em que a mesma perguntava; - E se eu pegar um choque? Foi bem engraçado ver o vídeo, quase morri de rir. O fato que é que o professor não percebeu a "fraude", no entanto no dia seguinte consertamos tudo, e os jovens alunos tiveram sua participação com êxito na feira.
O Aerobarco é uma modelagem 3d e foi feita no Blender. Foi baseado no protótipo real, no qual foram utilizadas garrafas descartáveis, varetas de bambu, ligas elásticas (elásticos), um cooler e pilhas.
Por enquanto é só, grato pela visita, espero que gostem, e sintam-se a vontade para opinar.
Clique nas imagens para ampliar, e voltem sempre.
Esse barco de brinquedo, foi criado a partir de uma necessidade didática emergente no sentido participativo de um grupo de três jovens à uma feira de ciências, a qual o projeto inicial não deu certo, e pelo pouco tempo que ainda restava até o dia do evento, fiz a sugestão desse modelo, visto que cumpria as exigências do professor, e poderia ser feito em tempo record.
Já se passava do meio dia quando elaboramos a relação dos materiais a serem comprados, e no final da tarde iniciávamos a confecção do protótipo, pois logo à noite teria que se fazer um vídeo dele funcionando e cujo deveria ser levado na manhã seguinte para que o professor desse seu aval de aprovação ou não, para que pudesse expor o mesmo no próximo fim de semana.
Logo no início da noite o barquinho estava pronto e ao fazer o teste drive, funcionou perfeitamente como deveria, exceto pelo fato de que as pilhas começaram a esquentar e sair fumaça. Como estávamos lidando com água, resolvemos adiar os consertos para o dia seguinte, no entanto ainda tínhamos que fazer o vídeo para levar pela manhã ao professor. E mais uma vez tivemos a brilhante ideia de usar um ventilador na parte de trás do barco, assim o vento empurrava o barco, ao mesmo tempo que a hélice giraria, dando a entender que o mesmo estaria andando sozinho. E assim foi feito, e deu certo não fosse por apenas um único probleminha que surgiu na hora da filmagem: é que em certas partes do vídeo, a pessoa que segurava o ventilador, e ao mesmo tempo que tentava protegê-lo da frente da câmera para que este não aparecesse na filmagem, ficava girando em torno da pequena piscina, e em certos momentos o barquinho aparecia andando de lado como um caranguejo, isso sem falar no áudio, em que a mesma perguntava; - E se eu pegar um choque? Foi bem engraçado ver o vídeo, quase morri de rir. O fato que é que o professor não percebeu a "fraude", no entanto no dia seguinte consertamos tudo, e os jovens alunos tiveram sua participação com êxito na feira.
O Aerobarco é uma modelagem 3d e foi feita no Blender. Foi baseado no protótipo real, no qual foram utilizadas garrafas descartáveis, varetas de bambu, ligas elásticas (elásticos), um cooler e pilhas.
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sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Rodinha opcional
Olá, à todos!
Essa postagem mostrando uma das minhas invenções (rodinhas opcionais para sandálias) que não deu certo, pelo menos por enquanto eu acho. É uma pequena forma que encontrei de eternizar um dos meus momentos de descontração que costumam ocorrer entre fatos e bate papos com algumas conhecidas minhas.
Espero que não me entendam mal, pois não existe sarcasmo nem nenhum tipo de maldade aqui. É apenas um registro simbólico mesmo, e com uma pitadinha de humor.
A imagem é uma modelagem 3d de observação, onde a sandália usada como modelo foi cedida gentilmente por uma colega, da qual fiz um esboço rápido e depois concluí o trabalho, que foi feito no Blender 3d.
Espero que gostem, e sintam-se a vontade para dar suas opiniões com comentários.
Clique nas imagens para ampliar, espero que gostem, obrigado pela visita e voltem sempre.
Essa postagem mostrando uma das minhas invenções (rodinhas opcionais para sandálias) que não deu certo, pelo menos por enquanto eu acho. É uma pequena forma que encontrei de eternizar um dos meus momentos de descontração que costumam ocorrer entre fatos e bate papos com algumas conhecidas minhas.
Espero que não me entendam mal, pois não existe sarcasmo nem nenhum tipo de maldade aqui. É apenas um registro simbólico mesmo, e com uma pitadinha de humor.
A imagem é uma modelagem 3d de observação, onde a sandália usada como modelo foi cedida gentilmente por uma colega, da qual fiz um esboço rápido e depois concluí o trabalho, que foi feito no Blender 3d.
Espero que gostem, e sintam-se a vontade para dar suas opiniões com comentários.
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sexta-feira, 19 de setembro de 2014
O fona
Olá, à todos!
As vezes algumas lembranças antigas permeiam a nossa mente e nos traz certas recordações que valem a pena registrar aqui.
A imagem das bolinhas de gude no chão representa uma das brincadeiras de criança do meu tempo.
Já faz tempo que não vejo essas bolinhas e nem sei se as crianças ainda brincam dessas coisas, e também não sei se lembro direito de todas as regras, mas vou tentar descrever pelo menos uma que ainda acho que me lembro.
Para começar, nós conhecíamos essas bolinhas de gude, como “peteca”. E um dos jogos era denominado “bidé”, também não sei se é assim que se escreve.
O bidé, consistia de colocarmos a maior “peteca” a uma certa distancia, e íamos jogando um a um uma bolinha em direção ao bidé, e a medida que ninguém acertava, as bolinhas iam-se acumulando, e consequentemente aumentando gradualmente as chances desses acertos, e sempre que acertávamos alguma bolinha, tínhamos o direito de recolher a própria bolinha jogada, assim como as que teriam sido tecadas. E no caso de acertar o bidé, todas as bolinhas eram recolhidas por quem o acertasse, exceto o bidé.
Nesse jogo era comum que ninguém queria ser o primeiro a jogar, devido, no início do jogo, só haver o bidé para ser acertado, daí existia uma hierarquia de rodízio, de acordo com quem solicitava primeiro sua posição na hora de jogar, e o primeiro a pedir sempre queria ser o fona (ultimo), o próximo optava por ser o antes fona, e assim ia-se decrescendo de acordo a quantidade de garotos até chegar ao ultimo, que nesse caso era o primeiro a jogar.
A estratégia do que jogasse primeiro, era a de tentar acertar o bidé ou no caso de errar, tentar deixar sua "peteca" na frente do bidé, pois assim reduziria a possibilidade de que alguém o acertasse, e na sua próxima jogada, tendo bastante bolinhas, aumentar-se-ia assim suas chances de acertos. Muito legal, valeu a pena ter relembrado isso.
A imagem das bolinhas de gude é uma modelagem 3d e foi feita no Blender. A textura do chão é uma foto minha.
Por enquanto é só, espero que tenham gostado, e sintam-se sempre a vontade para dar suas opiniões com comentários.
Clique nas imagens para ampliar, obrigado pela visita e voltem sempre.
As vezes algumas lembranças antigas permeiam a nossa mente e nos traz certas recordações que valem a pena registrar aqui.
A imagem das bolinhas de gude no chão representa uma das brincadeiras de criança do meu tempo.
Já faz tempo que não vejo essas bolinhas e nem sei se as crianças ainda brincam dessas coisas, e também não sei se lembro direito de todas as regras, mas vou tentar descrever pelo menos uma que ainda acho que me lembro.
Para começar, nós conhecíamos essas bolinhas de gude, como “peteca”. E um dos jogos era denominado “bidé”, também não sei se é assim que se escreve.
O bidé, consistia de colocarmos a maior “peteca” a uma certa distancia, e íamos jogando um a um uma bolinha em direção ao bidé, e a medida que ninguém acertava, as bolinhas iam-se acumulando, e consequentemente aumentando gradualmente as chances desses acertos, e sempre que acertávamos alguma bolinha, tínhamos o direito de recolher a própria bolinha jogada, assim como as que teriam sido tecadas. E no caso de acertar o bidé, todas as bolinhas eram recolhidas por quem o acertasse, exceto o bidé.
Nesse jogo era comum que ninguém queria ser o primeiro a jogar, devido, no início do jogo, só haver o bidé para ser acertado, daí existia uma hierarquia de rodízio, de acordo com quem solicitava primeiro sua posição na hora de jogar, e o primeiro a pedir sempre queria ser o fona (ultimo), o próximo optava por ser o antes fona, e assim ia-se decrescendo de acordo a quantidade de garotos até chegar ao ultimo, que nesse caso era o primeiro a jogar.
A estratégia do que jogasse primeiro, era a de tentar acertar o bidé ou no caso de errar, tentar deixar sua "peteca" na frente do bidé, pois assim reduziria a possibilidade de que alguém o acertasse, e na sua próxima jogada, tendo bastante bolinhas, aumentar-se-ia assim suas chances de acertos. Muito legal, valeu a pena ter relembrado isso.
A imagem das bolinhas de gude é uma modelagem 3d e foi feita no Blender. A textura do chão é uma foto minha.
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quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Gosto se discute?
Olá, à todos.
Fazendo uma auto análise sobre o meu gosto por música, eu pude perceber que nem sempre as músicas que a maioria das pessoas ouvem, são realmente as que elas de fato gostam. E baseado nessa pequena descoberta que acredito ter feito, resolvi fazer um teste avaliativo afim de poder confirmar ou não o meu ponto de vista. E o teste é bastante simples o qual convido você a participar. Bem, só para exemplificar melhor como cheguei a essa conclusão, eu estou me baseando no jeito como muitas pessoas costumam ouvir músicas nos finais de semanas em seus quintais. Notei que elas sempre as ouvem com um volume acima do necessário para elas próprias, e isso induz a uma psicologia de que na verdade, ao mesmo tempo que elas ouvem suas músicas com o volume máximo, elas também estão tentando se expressar com seus vizinhos, só que de um jeito bem primitivo, é como se quisessem transmitir através dos seus "gostos musicais", um pouco de suas personalidades, faz lembrar certos primatas que se comunicam e demarcam territórios através de gritos. E o mais interessantes, é que mesmo estando sozinhas, ainda assim “arrebentam” com o volume, e consequentemente com seus tímpanos e também dos de quem está por perto, eu mesmo já fiz muito isso (moderadamente claro), que me desculpem os meus vizinhos.
Voltando a falar sobre o teste para saber se as músicas que ouço são mesmo as que eu gosto, o teste é bastante simples, basta você se perguntar, sobre qual música ouviria ou ouve quando está literalmente só, onde apenas você e somente você é capaz de ouvir e ou demonstrar que está ouvindo, visto que em alguns casos, mesmo com fones de ouvido, baixinho, ainda assim é possível escapar um pouquinho de som para quem está perto, e mesmo que nenhum som escape, ainda assim você está passando essa informação, de que ouve alguma coisa. E para entender ainda melhor, se imagine viajando sozinho em seu carro, com os vidros fechados em uma estrada pouco movimentada. - E aí, quais músicas das que estão em seu pen drive, você ouve? – São todas elas, ou você vai pulando várias das que ouviria apenas, quando mais alguém estivesse de carona com você? – E é isso, dependendo da sua resposta, esse deve ser esse o seu gosto musical pessoal, pois o nosso verdadeiro gosto, principalmente musical, é aquele que independe de estarmos nos expressando ou interagindo com alguém, eu acho.
Importante acrescentar que nosso gosto musical, depende muito do nosso estado de espírito, no entanto ele sempre pode variar dependendo de estarmos “acompanhados”, com quem, ou sozinhos.
Nesse post, eu usei apenas as músicas como exemplo, mas muitas coisas que fazemos como as roupas que vestimos, o esporte que gostamos, nossos hábitos alimentares, nossa religião, e até a carreira que “escolhemos” para seguir, está de alguma forma ligados a conceitos que nos foram impostos por interferências relacionadas ao meio em que estamos inseridos e pelas experiências condicionadas às nossas vidas.
Concluindo, acredito que todos nossos gostos são discutíveis sim, e dependendo do tipo desse gosto, é perfeitamente viável a participação de um profissional no assunto afim de que o mudemos para um gosto mais sociável.
A imagem do post, mostrando os símbolos musicais, é o render de uma modelagem 3d e foi feita no Blender.
Bem pessoal, se ainda estiver lendo, isso significa que o texto despertou alguma curiosidade em você, fico muito agradecido e sinta-se a vontade para dar suas opiniões com comentários.
Clique nas imagens para ampliar e espero que gostem e voltem sempre.
Fazendo uma auto análise sobre o meu gosto por música, eu pude perceber que nem sempre as músicas que a maioria das pessoas ouvem, são realmente as que elas de fato gostam. E baseado nessa pequena descoberta que acredito ter feito, resolvi fazer um teste avaliativo afim de poder confirmar ou não o meu ponto de vista. E o teste é bastante simples o qual convido você a participar. Bem, só para exemplificar melhor como cheguei a essa conclusão, eu estou me baseando no jeito como muitas pessoas costumam ouvir músicas nos finais de semanas em seus quintais. Notei que elas sempre as ouvem com um volume acima do necessário para elas próprias, e isso induz a uma psicologia de que na verdade, ao mesmo tempo que elas ouvem suas músicas com o volume máximo, elas também estão tentando se expressar com seus vizinhos, só que de um jeito bem primitivo, é como se quisessem transmitir através dos seus "gostos musicais", um pouco de suas personalidades, faz lembrar certos primatas que se comunicam e demarcam territórios através de gritos. E o mais interessantes, é que mesmo estando sozinhas, ainda assim “arrebentam” com o volume, e consequentemente com seus tímpanos e também dos de quem está por perto, eu mesmo já fiz muito isso (moderadamente claro), que me desculpem os meus vizinhos.
Voltando a falar sobre o teste para saber se as músicas que ouço são mesmo as que eu gosto, o teste é bastante simples, basta você se perguntar, sobre qual música ouviria ou ouve quando está literalmente só, onde apenas você e somente você é capaz de ouvir e ou demonstrar que está ouvindo, visto que em alguns casos, mesmo com fones de ouvido, baixinho, ainda assim é possível escapar um pouquinho de som para quem está perto, e mesmo que nenhum som escape, ainda assim você está passando essa informação, de que ouve alguma coisa. E para entender ainda melhor, se imagine viajando sozinho em seu carro, com os vidros fechados em uma estrada pouco movimentada. - E aí, quais músicas das que estão em seu pen drive, você ouve? – São todas elas, ou você vai pulando várias das que ouviria apenas, quando mais alguém estivesse de carona com você? – E é isso, dependendo da sua resposta, esse deve ser esse o seu gosto musical pessoal, pois o nosso verdadeiro gosto, principalmente musical, é aquele que independe de estarmos nos expressando ou interagindo com alguém, eu acho.
Importante acrescentar que nosso gosto musical, depende muito do nosso estado de espírito, no entanto ele sempre pode variar dependendo de estarmos “acompanhados”, com quem, ou sozinhos.
Nesse post, eu usei apenas as músicas como exemplo, mas muitas coisas que fazemos como as roupas que vestimos, o esporte que gostamos, nossos hábitos alimentares, nossa religião, e até a carreira que “escolhemos” para seguir, está de alguma forma ligados a conceitos que nos foram impostos por interferências relacionadas ao meio em que estamos inseridos e pelas experiências condicionadas às nossas vidas.
Concluindo, acredito que todos nossos gostos são discutíveis sim, e dependendo do tipo desse gosto, é perfeitamente viável a participação de um profissional no assunto afim de que o mudemos para um gosto mais sociável.
A imagem do post, mostrando os símbolos musicais, é o render de uma modelagem 3d e foi feita no Blender.
Bem pessoal, se ainda estiver lendo, isso significa que o texto despertou alguma curiosidade em você, fico muito agradecido e sinta-se a vontade para dar suas opiniões com comentários.
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domingo, 17 de agosto de 2014
Descomplicando
Olá, à todos!
“Um certo pintinho dentro do ovo, prestes a nascer, e se sentindo inteligente, tentou entender de que era feita a casca do ovo, para em seguida descobrir um jeito de quebrá-la e sair de dentro dele. Depois de um certo tempo pensando pensando, decidiu tentar quebrar a casca com o bico mesmo, aí fez um furo, e ao olhar por esse furo, notou que seus irmãos já estavam correndo e brincando no terreiro”...
Uma mulher me disse uma vez, “que eu era tão inteligente que era burro”. E apesar de eu ter entendido o que ela quis dizer, eu não tinha me tocado sobre isso. Hoje estou tentando resolver esse problema descomplicando um pouco as coisas, e parece que está dando certo.
A imagem dos pintos foi feita no Blender, e por ser um render com partículas, o processador do meu computador não está conseguindo acompanhar bem esse tipo de trabalho só tá dando pro gasto mesmo, espero que entendam e que gostem também.
Clique nas imagens para ampliar. Grato pela visita e sintam-se a vontade para opinar.
Sem mais e até a próxima.
“Um certo pintinho dentro do ovo, prestes a nascer, e se sentindo inteligente, tentou entender de que era feita a casca do ovo, para em seguida descobrir um jeito de quebrá-la e sair de dentro dele. Depois de um certo tempo pensando pensando, decidiu tentar quebrar a casca com o bico mesmo, aí fez um furo, e ao olhar por esse furo, notou que seus irmãos já estavam correndo e brincando no terreiro”...
Uma mulher me disse uma vez, “que eu era tão inteligente que era burro”. E apesar de eu ter entendido o que ela quis dizer, eu não tinha me tocado sobre isso. Hoje estou tentando resolver esse problema descomplicando um pouco as coisas, e parece que está dando certo.
A imagem dos pintos foi feita no Blender, e por ser um render com partículas, o processador do meu computador não está conseguindo acompanhar bem esse tipo de trabalho só tá dando pro gasto mesmo, espero que entendam e que gostem também.Sem mais e até a próxima.
segunda-feira, 21 de julho de 2014
Água, um produto dependente do meio
Segundo a ciência, desde que a terra foi formada há alguns bilhões de anos atrás, a quantidade de água existente nesse nosso planeta ainda permanece a mesma. Porém, em determinados e distantes períodos da história ela mudou de lugar, e isso é facilmente comprovado em várias regiões, onde são encontrados fósseis de fauna marinha, mesmo sendo em regiões de terrenos áridos. A causa dessa migração da água sobre o planeta, tanto pode ocorrer naturalmente com erupções vulcânicas e movimentos de placas tectônicas, ou por conta de intervenções externas como queda de asteroides e a ação humana (essa em curtos períodos de tempo).
Na antiga Rússia, uma plantação de algodão nas margens do mar Aral, o fez recuar vários kms de distancia, comprometendo seriamente sua existência, se nada for feito para reverter o processo. Leia mais aqui .
Bem pessoal, só para esclarecer, eu não sou biólogo nem geólogo mas gosto de assistir todos os tipos de documentários sempre que posso, e juntando alguns dados é fácil chegar a certas conclusões em relação a alteração do clima, em algumas regiões brasileiras. E como não estou escrevendo nenhum artigo cientifico, vou me atentar apenas em manter meu raciocínio e deixar a cargo de quem quiser se aprofundar mais sobre o assunto a procurar fontes que sejam mais pertinentes a respeito.
Para fazermos a “engenharia reversa” da chuva, tudo que precisamos entender, é como funciona o ciclo da água em certas regiões. Primeiramente fazendo um estudo da procedência dos vapores que formam as nuvens, e seguindo suas rotas descobrir aonde as chuvas dessas nuvens irão cair.
E para explicar melhor como funciona o ciclo da água, é preciso entender que esse ciclo nada mais é do que um rodízio dela própria ao mudar constantemente de estado (sólido, líquido e gasoso). Em seguida, entender o que provoca essas mudanças analisando como se formam os vapores, os quais tanto podem ser produzidos pela mudança de temperatura, como pela transpiração dos seres vivos, mais especificamente pela floresta.
Falando assim tudo parece fácil, mas sabemos que os ventos que empurram as nuvens, nem sempre seguem a mesma direção. E sabemos também que esse tipo de pesquisa exige algum investimento, e quando se fala em investimentos a médio ou longo prazo a coisa não costuma andar. Ainda assim acho que é possível, pois estamos falando de água, ou para ser mais claro, a falta dela.
Atualmente está faltando chuva em algumas cidades brasileiras, excepcionalmente do estado de São Paulo, e como esse é um fenômeno raro, ou para ser mais realista ou mesmo pessimista, um fenômeno novo, tendo em vista que isso pode se repetir e até mesmo piorar. No entanto eu não vejo nenhuma autoridade se perguntar sobre a origem do problema, pois é bem mais fácil simplesmente culpar a mudança do clima, o que é lógico, mas por que ninguém se pergunta porque que o clima mudou?! Bem, eu olhando imparcialmente aqui de cima (norte do Brasil) e por ter vivênciado algumas mudanças relevantes aqui também, embora não tão drástica, e mesmo dentro da minha ignorância do assunto, consigo perceber várias possíveis causas do problema, das quais vou citar algumas para que se alguém tiver algum interesse, possa se aprofundar no assunto e quem sabe até fazer uma tese, que são: a exportação de suco de laranja e outras frutas com grande concentração de líquido, a produção e exportação de carne nas regiões circunvizinhas (às com problema de falta de chuva) também pode ser uma fator importante, visto que a vegetação nativa é substituída por capim, e que a carne também tem grande concentração de liquido. Esses são dois fatores que devam ser pensados, mas que com certeza jamais serão cogitados por razões econômicas.
Outro fator importante são as represas de hidrelétricas que mudam drasticamente a rota das chuvas, e que também não serão cogitadas, e um terceiro, e o que eu considero mais importante, é a transposição do rio São Francisco, esse, tomara que eu esteja errado, mas acho que vai ser a maior catástrofe ambiental de todos os projetos já feitos no Brasil. E se você raciocinar comigo, é só imaginar uma grande plantação de frutos como; melancia, melão, laranja, abacaxi, tomates, pepinos e etc. e também cana de açúcar, em toda a margem do canal que transpõe o rio, em seguida imaginar essa produção sendo exportada para várias partes do mundo, aonde você acha que vai parar o “xixi” produzido pela ingestão desse líquido todo? - só que não para por aqui, durante todo o período de cultivo dessas plantações até a sua produção, “fora” utilizada grande quantidade de água na irrigação, e que mesmo esta água não tendo sido totalmente absorvida pelos produtos oriundos dela, ela evaporou pela transpiração da vegetação e foi levada pelo vento à locais impossíveis de se prevê onde ficam, e se esses locais vão propiciar um rodízio sustentável dessa água... quem pode saber?
Para concluir, é preciso entendermos que quando exportamos suco de frutas e também as próprias frutas, estamos exportando água para diversos locais do planeta, onde suas longa distancias e posições geográfica, torna impossível um rodízio sustentável dessa água, com consequências graves a longo prazo. E o que é pior, é que esse longo prazo pode já está sendo agora.
Mas é claro que nossos dirigentes estão rodeados de especialistas em tudo, e se um dia se instalar o caos nas mega cidades brasileiras pela falta d’agua, a solução será com certeza a de canalizar o rio amazonas para lá, e manter o ciclo vicioso.
Espero está totalmente errado, mas fica aqui a minha opinião (opinião de leigo), para quem quiser refletir sobre o assunto e também quiser acrescentar algo esclarecedor a respeito, ou apenas comentar mesmo.
A imagem do post é uma modelagem 3d, e foi feita por mim no Blender.
Por enquanto é só e muito grato pela visita.
Na antiga Rússia, uma plantação de algodão nas margens do mar Aral, o fez recuar vários kms de distancia, comprometendo seriamente sua existência, se nada for feito para reverter o processo. Leia mais aqui .
Bem pessoal, só para esclarecer, eu não sou biólogo nem geólogo mas gosto de assistir todos os tipos de documentários sempre que posso, e juntando alguns dados é fácil chegar a certas conclusões em relação a alteração do clima, em algumas regiões brasileiras. E como não estou escrevendo nenhum artigo cientifico, vou me atentar apenas em manter meu raciocínio e deixar a cargo de quem quiser se aprofundar mais sobre o assunto a procurar fontes que sejam mais pertinentes a respeito.
Para fazermos a “engenharia reversa” da chuva, tudo que precisamos entender, é como funciona o ciclo da água em certas regiões. Primeiramente fazendo um estudo da procedência dos vapores que formam as nuvens, e seguindo suas rotas descobrir aonde as chuvas dessas nuvens irão cair.
E para explicar melhor como funciona o ciclo da água, é preciso entender que esse ciclo nada mais é do que um rodízio dela própria ao mudar constantemente de estado (sólido, líquido e gasoso). Em seguida, entender o que provoca essas mudanças analisando como se formam os vapores, os quais tanto podem ser produzidos pela mudança de temperatura, como pela transpiração dos seres vivos, mais especificamente pela floresta.
Falando assim tudo parece fácil, mas sabemos que os ventos que empurram as nuvens, nem sempre seguem a mesma direção. E sabemos também que esse tipo de pesquisa exige algum investimento, e quando se fala em investimentos a médio ou longo prazo a coisa não costuma andar. Ainda assim acho que é possível, pois estamos falando de água, ou para ser mais claro, a falta dela.
Atualmente está faltando chuva em algumas cidades brasileiras, excepcionalmente do estado de São Paulo, e como esse é um fenômeno raro, ou para ser mais realista ou mesmo pessimista, um fenômeno novo, tendo em vista que isso pode se repetir e até mesmo piorar. No entanto eu não vejo nenhuma autoridade se perguntar sobre a origem do problema, pois é bem mais fácil simplesmente culpar a mudança do clima, o que é lógico, mas por que ninguém se pergunta porque que o clima mudou?! Bem, eu olhando imparcialmente aqui de cima (norte do Brasil) e por ter vivênciado algumas mudanças relevantes aqui também, embora não tão drástica, e mesmo dentro da minha ignorância do assunto, consigo perceber várias possíveis causas do problema, das quais vou citar algumas para que se alguém tiver algum interesse, possa se aprofundar no assunto e quem sabe até fazer uma tese, que são: a exportação de suco de laranja e outras frutas com grande concentração de líquido, a produção e exportação de carne nas regiões circunvizinhas (às com problema de falta de chuva) também pode ser uma fator importante, visto que a vegetação nativa é substituída por capim, e que a carne também tem grande concentração de liquido. Esses são dois fatores que devam ser pensados, mas que com certeza jamais serão cogitados por razões econômicas.
Outro fator importante são as represas de hidrelétricas que mudam drasticamente a rota das chuvas, e que também não serão cogitadas, e um terceiro, e o que eu considero mais importante, é a transposição do rio São Francisco, esse, tomara que eu esteja errado, mas acho que vai ser a maior catástrofe ambiental de todos os projetos já feitos no Brasil. E se você raciocinar comigo, é só imaginar uma grande plantação de frutos como; melancia, melão, laranja, abacaxi, tomates, pepinos e etc. e também cana de açúcar, em toda a margem do canal que transpõe o rio, em seguida imaginar essa produção sendo exportada para várias partes do mundo, aonde você acha que vai parar o “xixi” produzido pela ingestão desse líquido todo? - só que não para por aqui, durante todo o período de cultivo dessas plantações até a sua produção, “fora” utilizada grande quantidade de água na irrigação, e que mesmo esta água não tendo sido totalmente absorvida pelos produtos oriundos dela, ela evaporou pela transpiração da vegetação e foi levada pelo vento à locais impossíveis de se prevê onde ficam, e se esses locais vão propiciar um rodízio sustentável dessa água... quem pode saber?
Para concluir, é preciso entendermos que quando exportamos suco de frutas e também as próprias frutas, estamos exportando água para diversos locais do planeta, onde suas longa distancias e posições geográfica, torna impossível um rodízio sustentável dessa água, com consequências graves a longo prazo. E o que é pior, é que esse longo prazo pode já está sendo agora.
Mas é claro que nossos dirigentes estão rodeados de especialistas em tudo, e se um dia se instalar o caos nas mega cidades brasileiras pela falta d’agua, a solução será com certeza a de canalizar o rio amazonas para lá, e manter o ciclo vicioso.
Espero está totalmente errado, mas fica aqui a minha opinião (opinião de leigo), para quem quiser refletir sobre o assunto e também quiser acrescentar algo esclarecedor a respeito, ou apenas comentar mesmo.
A imagem do post é uma modelagem 3d, e foi feita por mim no Blender.
Por enquanto é só e muito grato pela visita.
sábado, 14 de junho de 2014
Baterias e o meio ambiente
Olá, ...
Há um tempo atrás, quando quase não se falava em meio ambiente, as baterias (pilhas) utilizadas para o funcionamento dos poucos equipamentos eletrônicos que existiam na época, mantinham um padrão universal em praticamente três modelos básicos, pequenas médias e grandes. Essas pilhas independentemente das marcas poderiam se adequar a qualquer tipo de lanterna, rádios, vitrolas, rádios gravadores, calculadoras, e até em buzinas de bicicletas. Isso significava que em qualquer lugar onde estivéssemos e precisássemos de algum dos tipos acima, poderíamos encontrá-las facilmente em qualquer boteco sem precisar necessariamente descartar os objetos inteiros.
Nos dias de hoje, virou modismo um grande falatório em relação ao que é politicamente correto em relação ao meio ambiente, no entanto as soluções apresentadas, quando cumpridas, demoram décadas para serem iniciadas, e seus efeitos demoram mais ainda.
Eu, dentro da minha “insignificância” como cidadão de um mundo tão grande, as vezes me pergunto do porque que marcas conceituadas não tomam a iniciativa de criar um movimento em prol da padronização dos milhares de modelos de baterias hoje utilizadas em inúmeros equipamentos?! – Certamente a resposta à essa pergunta é óbvia, tudo se resume nos lucros, lucros e mais lucros. É muito lógico que quando a bateria do nosso celular perde sua vida útil, é mais barato comprar um outro celular novo e com outra bateria também nova. O problema é, que muitas vezes, é o aparelho que é danificado, e a bateria continua nova mas sem nenhuma utilidade, nem mesmo serve naquele aparelho que abandonamos na gaveta apenas porque ganhamos um novo, e que sua bateria não carrega mais. Muitas vezes alguns aparelhos estão tão bem conservados e funcionando que dá pena jogar fora, e nem podemos doar já que é inviável a compra de uma nova bateria.
Como podem ver, eu só citei os celulares, mas existem uma infinidade de equipamentos: computadores, tabletes, luminárias de emergência, lanternas, etc.
Só para finalizar, quero dizer que não sou do tipo retrogrado, mas o meio ambiente é o nosso quintal, e com alguns modelos padrões limitados da produção dessas baterias, com certeza conseguiríamos uma redução significativa desse lixo que no meu ponto de vista é um dos mais insalubres.
A imagem do post, é uma modelagem 3d e foi toda produzida no Blender.
Por enquanto é só. Grato pela visita, e espero que gostem.
Clique nas imagens para ampliar, e sintam-se a vontade para opinar.
Há um tempo atrás, quando quase não se falava em meio ambiente, as baterias (pilhas) utilizadas para o funcionamento dos poucos equipamentos eletrônicos que existiam na época, mantinham um padrão universal em praticamente três modelos básicos, pequenas médias e grandes. Essas pilhas independentemente das marcas poderiam se adequar a qualquer tipo de lanterna, rádios, vitrolas, rádios gravadores, calculadoras, e até em buzinas de bicicletas. Isso significava que em qualquer lugar onde estivéssemos e precisássemos de algum dos tipos acima, poderíamos encontrá-las facilmente em qualquer boteco sem precisar necessariamente descartar os objetos inteiros.
Nos dias de hoje, virou modismo um grande falatório em relação ao que é politicamente correto em relação ao meio ambiente, no entanto as soluções apresentadas, quando cumpridas, demoram décadas para serem iniciadas, e seus efeitos demoram mais ainda.
Eu, dentro da minha “insignificância” como cidadão de um mundo tão grande, as vezes me pergunto do porque que marcas conceituadas não tomam a iniciativa de criar um movimento em prol da padronização dos milhares de modelos de baterias hoje utilizadas em inúmeros equipamentos?! – Certamente a resposta à essa pergunta é óbvia, tudo se resume nos lucros, lucros e mais lucros. É muito lógico que quando a bateria do nosso celular perde sua vida útil, é mais barato comprar um outro celular novo e com outra bateria também nova. O problema é, que muitas vezes, é o aparelho que é danificado, e a bateria continua nova mas sem nenhuma utilidade, nem mesmo serve naquele aparelho que abandonamos na gaveta apenas porque ganhamos um novo, e que sua bateria não carrega mais. Muitas vezes alguns aparelhos estão tão bem conservados e funcionando que dá pena jogar fora, e nem podemos doar já que é inviável a compra de uma nova bateria.
Como podem ver, eu só citei os celulares, mas existem uma infinidade de equipamentos: computadores, tabletes, luminárias de emergência, lanternas, etc.
Só para finalizar, quero dizer que não sou do tipo retrogrado, mas o meio ambiente é o nosso quintal, e com alguns modelos padrões limitados da produção dessas baterias, com certeza conseguiríamos uma redução significativa desse lixo que no meu ponto de vista é um dos mais insalubres.
A imagem do post, é uma modelagem 3d e foi toda produzida no Blender.
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domingo, 23 de fevereiro de 2014
Microscópio com luz natural
Olá,...
Essa postagem é uma “continuação” de uma anterior desse blog.
Nessa imagem eu complementei alguns objetos ao microscópio, onde tentei reproduzir um ambiente bem próximo do real, de técnicas de diagnóstico de malária nas décadas de 80, que eram utilizadas na amazônia.
Os microscópios dessa época eram bem menos acessíveis, em termo de preços do que nos dias de hoje, e como na maioria dos municípios não havia energia elétrica permanente, esses microscópios eram utilizados com adaptações feita com lâmpadas incandescentes comuns instaladas verticalmente na bancada, como mostra a imagem. A lâmpada era envolta a uma pantalha com um furo de tamanho suficiente que permitia apenas a passagem da luz necessária para a iluminação. Antes de chegar ao espelho a luz atravessava um balão com solução de luz do dia, o qual tinha um lado fosco, e servia tanto para colimar os raios luminosos, como também para filtrá-los. Após a passagem pelo balão, a luz era refletida e direcionada pelo espelho em um ângulo de 90 graus, para cima, iluminando o material, e assim se fazia a leitura da mesma.
Esse método citado acima, era muito eficiente, mas no caso desse recurso por algum motivo não funcionar, era usada a iluminação natural. Nesse caso (iluminação natura) era preciso movimentar o espelho em direção a uma nuvem branca, captar o seu reflexo, direcioná-lo corretamente para cima, e fazendo assim a leitura do material. Essa técnica também funcionava muito bem, o único problema é que as nuvens se movimentam, e nem sempre apareciam quando se precisava delas. Então como um terceiro recurso, era usado uma cartolina branca em um local fixo, como mostra a imagem. Nesse caso a cartolina tinha que ser atingida pelo sol, e num ângulo estratégico refletia em direção ao espelho, e... nem é preciso dizer, que, assim como a imagem mostra, isso só era possível em algumas horas do dia, pois assim que a sombra do telhado cobria a cartolina não dava para ver mais nada.
Essas técnicas ainda podem ser utilizadas em equipamentos com defeitos elétricos.
A imagem, baseada em ambiente real, é uma modelagem 3d e foi produzida no Blender.
Por enquanto é só, clique nas imagens para ampliar, e espero que gostem.
Essa postagem é uma “continuação” de uma anterior desse blog.
Nessa imagem eu complementei alguns objetos ao microscópio, onde tentei reproduzir um ambiente bem próximo do real, de técnicas de diagnóstico de malária nas décadas de 80, que eram utilizadas na amazônia.
Os microscópios dessa época eram bem menos acessíveis, em termo de preços do que nos dias de hoje, e como na maioria dos municípios não havia energia elétrica permanente, esses microscópios eram utilizados com adaptações feita com lâmpadas incandescentes comuns instaladas verticalmente na bancada, como mostra a imagem. A lâmpada era envolta a uma pantalha com um furo de tamanho suficiente que permitia apenas a passagem da luz necessária para a iluminação. Antes de chegar ao espelho a luz atravessava um balão com solução de luz do dia, o qual tinha um lado fosco, e servia tanto para colimar os raios luminosos, como também para filtrá-los. Após a passagem pelo balão, a luz era refletida e direcionada pelo espelho em um ângulo de 90 graus, para cima, iluminando o material, e assim se fazia a leitura da mesma.
Esse método citado acima, era muito eficiente, mas no caso desse recurso por algum motivo não funcionar, era usada a iluminação natural. Nesse caso (iluminação natura) era preciso movimentar o espelho em direção a uma nuvem branca, captar o seu reflexo, direcioná-lo corretamente para cima, e fazendo assim a leitura do material. Essa técnica também funcionava muito bem, o único problema é que as nuvens se movimentam, e nem sempre apareciam quando se precisava delas. Então como um terceiro recurso, era usado uma cartolina branca em um local fixo, como mostra a imagem. Nesse caso a cartolina tinha que ser atingida pelo sol, e num ângulo estratégico refletia em direção ao espelho, e... nem é preciso dizer, que, assim como a imagem mostra, isso só era possível em algumas horas do dia, pois assim que a sombra do telhado cobria a cartolina não dava para ver mais nada.
Essas técnicas ainda podem ser utilizadas em equipamentos com defeitos elétricos.
A imagem, baseada em ambiente real, é uma modelagem 3d e foi produzida no Blender.
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sexta-feira, 12 de julho de 2013
Escolher certo, será?
Olá,...
Vários anos se passaram desde que ouvi sair da boca de uma antiga vizinha a seguinte frase:
“Eu nunca v0tei errado, sempre v0to no c4ndidato que ganha”!!!
Diante da minha inocente leiguice po0ítica de pre adolescente, perguntei para mim mesmo: - Afinal, v0tar certo é v0tar em quem ganha, ou é em quem faz um “bom trabalho”?!
Tantos anos se passaram, e ouço entristecido, ainda hoje, não com a mesma intensidade, mas como um eco que se esvai aos poucos, aquela mesma frase na boca de outras pessoas.
Espero, que um dia esse eco se apague totalmente, e o conceito do que é votar certo seja melhor interpretado por parte de todos....
A imagem do post é uma modelagem 3d feita por mim.
Por enquanto é só e espero que gostem.
Clique nas imagens para ampliar.
Grato pela visita e até breve!
Vários anos se passaram desde que ouvi sair da boca de uma antiga vizinha a seguinte frase:
“Eu nunca v0tei errado, sempre v0to no c4ndidato que ganha”!!!
Diante da minha inocente leiguice po0ítica de pre adolescente, perguntei para mim mesmo: - Afinal, v0tar certo é v0tar em quem ganha, ou é em quem faz um “bom trabalho”?!
Tantos anos se passaram, e ouço entristecido, ainda hoje, não com a mesma intensidade, mas como um eco que se esvai aos poucos, aquela mesma frase na boca de outras pessoas.Espero, que um dia esse eco se apague totalmente, e o conceito do que é votar certo seja melhor interpretado por parte de todos....
A imagem do post é uma modelagem 3d feita por mim.
Por enquanto é só e espero que gostem.
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Grato pela visita e até breve!
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Trólei, carrinho no trilho
Olá...
Essa ilustração mostrando um carrinho sobre os trilhos, é uma das poucas lembranças que guardo da antiga vila de Jatobá.
Esse tipo de veículo era muito utilizado como meio de transporte de cargas e também de pessoas, e como não possuia motor, era empurrado com varas, as quais serviam também para frear quando necessário. E para isso, enfiava-se uma das pontas nos buracos próximos às rodas, e pressionava-se em forma de alavanca contra as mesmas, produzindo um forte atrito e parando suavemente.
Andar nesses carrinhos, que chamados pela população local de tróleos, era muito prazeroso, pois como não haviam cabines de proteção, causava uma sensação de se estar esquiando ou surfando sobre a ferrovia.
Essa vila fazia parte do município da Velha Jacundá, e hoje está submersa pela represa da hidrelétrica de Tucuruí no Pará.
A imagem desse post é mais um render resultante de modelagem 3d, e foi produzida no Blender e editada no Gimp.
Sem mais, e espero que gostem, e se tiverem um tempinho deem suas opiniões com comentários e/ou marcando os quadradinhos abaixo.
Grato pela visita e até a próxima.
Essa ilustração mostrando um carrinho sobre os trilhos, é uma das poucas lembranças que guardo da antiga vila de Jatobá.
Esse tipo de veículo era muito utilizado como meio de transporte de cargas e também de pessoas, e como não possuia motor, era empurrado com varas, as quais serviam também para frear quando necessário. E para isso, enfiava-se uma das pontas nos buracos próximos às rodas, e pressionava-se em forma de alavanca contra as mesmas, produzindo um forte atrito e parando suavemente.
Andar nesses carrinhos, que chamados pela população local de tróleos, era muito prazeroso, pois como não haviam cabines de proteção, causava uma sensação de se estar esquiando ou surfando sobre a ferrovia.Essa vila fazia parte do município da Velha Jacundá, e hoje está submersa pela represa da hidrelétrica de Tucuruí no Pará.
A imagem desse post é mais um render resultante de modelagem 3d, e foi produzida no Blender e editada no Gimp.
Sem mais, e espero que gostem, e se tiverem um tempinho deem suas opiniões com comentários e/ou marcando os quadradinhos abaixo.
Grato pela visita e até a próxima.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Disco voador 3d
Olá!...
Essa é uma das muitas imagens que tenho guardado
Essa é uma das muitas imagens que tenho guardado
na memória, e que hoje finalmente tenho o prazer de postar aqui. Não que eu tenha visto um, no entanto a criei baseado em relatos de pessoas que, no final da década de setenta (1977- 1978) afirmavam nas mídias da época, terem testemunhado a aparição destes OVNIs e muitas vezes foram até mesmo atacadas por eles, com conseqüência de lesões e tudo o mais o que o denominaram de chupa-chupa.
Esses fenômenos, ocorrido em cidades próximas de Belém, alimentavam a imaginação das pessoas de tal forma que em alguns casos uma simples lanterna acesa em local estratégicos era capaz de provocar grandes sustos.
Eu particularmente acredito em disco voador, e no desenvolver dessa modelagem pude confirmar alguns detalhes que considerei importantes, como por exemplo: para que tantas luzes em uma nave interplanetária, se não tem nada para ser iluminado no caminho?! – Essas luzes são produzidas por várias pequenas turbinas retráteis e multidirecional, as quais tem como função principal, estabilização e direcionamento da nave, além de deslocamento também, o formato de disco se deve ao fato de que essas naves não armazenam combustível suficiente para megas distancias, na verdade são utilizadas apenas para distancias "reduzidas", onde ao invés de decolar, são simplesmente catapultadas em uma espécie de centrífuga gigante, usando o mesmo movimento que os atletas fazem ao lançar pesos, girando o corpo. Para chegarem até a terra, elas foram trazidas por uma nave mãe, com suprimento de comida, combustível, hospitais e etc...
Eu particularmente acredito em disco voador, e no desenvolver dessa modelagem pude confirmar alguns detalhes que considerei importantes, como por exemplo: para que tantas luzes em uma nave interplanetária, se não tem nada para ser iluminado no caminho?! – Essas luzes são produzidas por várias pequenas turbinas retráteis e multidirecional, as quais tem como função principal, estabilização e direcionamento da nave, além de deslocamento também, o formato de disco se deve ao fato de que essas naves não armazenam combustível suficiente para megas distancias, na verdade são utilizadas apenas para distancias "reduzidas", onde ao invés de decolar, são simplesmente catapultadas em uma espécie de centrífuga gigante, usando o mesmo movimento que os atletas fazem ao lançar pesos, girando o corpo. Para chegarem até a terra, elas foram trazidas por uma nave mãe, com suprimento de comida, combustível, hospitais e etc...
Bem pessoal, isso é apenas o que penso tá?!...
Informações detalhadas, pesquise sobre "Operação Prato".
Essa imagem também foi modelada no Blender.
Sem mais, e espero que gostem, .... pelo menos da imagem, e se tiverem um tempinho, não deixem de opinar.
domingo, 6 de março de 2011
Paraquedas
Olá,...
Bem, finalmente, aqui está a cena a qual eu havia planejado de fazer ao modelar o avião (postagem anterior). Essa imagem retrata um acontecimento histórico ocorrido na década de 70 na cidade de Marabá, Pará. Nesse tempo, não sei exatamente o ano, eu era muito jovem, mas lembro bem que o céu estava claro, com poucas nuvens, quando tive a oportunidade de assistir um treinamento militar de paraquedismo. A imagem tavez fuja um pouco da realidade, mas, no momento, é o que as lembranças me proporcionaram para desenvolvê-la.
Toda a cena foi feita no Blender 2.49, o céu é uma foto tirada por mim.
Sem mais, e se tiverem um tempinho, comentem, ou façam críticas.
Espero que gostem. Clique nas imagens que elas ampliam.
Bem, finalmente, aqui está a cena a qual eu havia planejado de fazer ao modelar o avião (postagem anterior). Essa imagem retrata um acontecimento histórico ocorrido na década de 70 na cidade de Marabá, Pará. Nesse tempo, não sei exatamente o ano, eu era muito jovem, mas lembro bem que o céu estava claro, com poucas nuvens, quando tive a oportunidade de assistir um treinamento militar de paraquedismo. A imagem tavez fuja um pouco da realidade, mas, no momento, é o que as lembranças me proporcionaram para desenvolvê-la.
Toda a cena foi feita no Blender 2.49, o céu é uma foto tirada por mim.
Sem mais, e se tiverem um tempinho, comentem, ou façam críticas.
Espero que gostem. Clique nas imagens que elas ampliam.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Carrinho
Olá, pessoas...
Essa imagem mostra como ficou o carrinho de brinquedo.
No início, eu havia programado fazer um modelo bem rústico, sem muito acabamento, daí, no decorrer do desenho acabei exagerando um pouco, e após aplicar smooth e subsurf na caçamba gostei do resultado e resolvi postar.
Sem mais, e espero que gostem...
Clique nas imagens para ampliar.
Essa imagem mostra como ficou o carrinho de brinquedo.
Sem mais, e espero que gostem...
Clique nas imagens para ampliar.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Carrinho de brinquedo
Olá, Pessoas.
Nessa imagem, modelada no Blender 2.49, eu tento reproduzir um mecanismo de suspensão e direção de um carrinho de brinquedo do tipo que eu fazia artesanalmente quando criança.
O modelo certamente não tinha esse acabamento mas funcionava muito bem, e proporcionava muito boa diversão, e o fato de eu mesmo tê-lo feito aumentava ainda mais o prazer de brincar.
Só para lembrar, o carrinho ainda não está totalmente pronto, e possivelmente ainda farei algumas alterações.
Por enquanto é só, espero que gostem.
Clique nas imagens para ampliar.
Clique nas imagens para ampliar.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Quebra cabeça, Blender
Olá...
... e aqui o vídeo do quebra cabeça.
Espero que gostem...
A imagem dessa postagem, embora bem simples, mostrando esse quebra cabeça infantil, representou um ótimo exercício de modelagem 3d, no Blender 2.49. É que meu desktop está em manutenção, e tive que usar um notebook com uma tela widescreen de 15 “, o que dificultou muito o trabalho, porém pude ver que dá para fazer alguma coisa, inclusive renderizar o vídeo de 220 frames em tempo razoável...
Espero que gostem...
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