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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O fona

Olá, à todos!

As vezes algumas lembranças antigas permeiam a nossa mente e nos traz certas recordações que valem a pena registrar aqui.
A imagem das bolinhas de gude no chão representa uma das brincadeiras de criança do meu tempo.
Já faz tempo que não vejo essas bolinhas e nem sei se as crianças ainda brincam dessas coisas, e também não sei se lembro direito de todas as regras, mas vou tentar descrever pelo menos uma que ainda acho que me lembro.
Para começar, nós conhecíamos essas bolinhas de gude, como “peteca”. E um dos jogos era denominado “bidé”, também não sei se é assim que se escreve.
O bidé, consistia de colocarmos a maior “peteca” a uma certa distancia, e íamos jogando um a um uma bolinha em direção ao bidé, e a medida que ninguém acertava, as bolinhas iam-se acumulando, e consequentemente aumentando gradualmente as chances desses acertos, e sempre que acertávamos alguma bolinha, tínhamos o direito de recolher a própria bolinha jogada, assim como as que teriam sido tecadas. E no caso de acertar o bidé, todas as bolinhas eram recolhidas por quem o acertasse, exceto o bidé.
Bolas de gude no chão
Nesse jogo era comum que ninguém queria ser o primeiro a jogar, devido, no início do jogo, só haver o bidé para ser acertado, daí existia uma hierarquia de rodízio, de acordo com quem solicitava primeiro sua posição na hora de jogar, e o primeiro a pedir sempre queria ser o fona (ultimo), o próximo optava por ser o antes fona, e assim ia-se decrescendo de acordo a quantidade de garotos até chegar ao ultimo, que nesse caso era o primeiro a jogar.
A estratégia do que jogasse primeiro, era a de tentar acertar o bidé ou no caso de errar, tentar deixar sua "peteca" na frente do bidé, pois assim reduziria a possibilidade de que alguém o acertasse, e na sua próxima jogada, tendo bastante bolinhas, aumentar-se-ia assim suas chances de acertos. Muito legal, valeu a pena ter relembrado isso.
A imagem das bolinhas de gude é uma modelagem 3d e foi feita no Blender. A textura do chão é uma foto minha.
Por enquanto é só, espero que tenham gostado, e sintam-se sempre a vontade para dar suas opiniões com comentários.
Clique nas imagens para ampliar, obrigado pela visita e voltem sempre.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Gosto se discute?

Olá, à todos.
Fazendo uma auto análise sobre o meu gosto por música, eu pude perceber que nem sempre as músicas que a maioria das pessoas ouvem, são realmente as que elas de fato gostam. E baseado nessa pequena descoberta que acredito ter feito, resolvi fazer um teste avaliativo afim de poder confirmar ou não o meu ponto de vista. E o teste é bastante simples o qual convido você a participar. Bem, só para exemplificar melhor como cheguei a essa conclusão, eu estou me baseando no jeito como muitas pessoas costumam ouvir músicas nos finais de semanas em seus quintais. Notei que elas sempre as ouvem com um volume acima do necessário para elas próprias, e isso induz a uma psicologia de que na verdade, ao mesmo tempo que elas ouvem suas músicas com o volume máximo, elas também estão tentando se expressar com seus vizinhos, só que de um jeito bem primitivo, é como se quisessem transmitir através dos seus "gostos musicais", um pouco de suas personalidades, faz lembrar certos primatas que se comunicam e demarcam territórios através de gritos. E o mais interessantes, é que mesmo estando sozinhas, ainda assim “arrebentam” com o volume, e consequentemente com seus tímpanos e também dos de quem está por perto, eu mesmo já fiz muito isso (moderadamente claro), que me desculpem os meus vizinhos.
Figuras rítmicas em posições aleatórias
Voltando a falar sobre o teste para saber se as músicas que ouço são mesmo as que eu gosto, o teste é bastante simples, basta você se perguntar, sobre qual música ouviria ou ouve quando está literalmente só, onde apenas você e somente você é capaz de ouvir e ou demonstrar que está ouvindo, visto que em alguns casos, mesmo com fones de ouvido, baixinho, ainda assim é possível escapar um pouquinho de som para quem está perto, e mesmo que nenhum som escape, ainda assim você está passando essa informação, de que ouve alguma coisa. E para entender ainda melhor, se imagine viajando sozinho em seu carro, com os vidros fechados em uma estrada pouco movimentada. - E aí, quais músicas das que estão em seu pen drive, você ouve? – São todas elas, ou você vai pulando várias das que ouviria apenas, quando mais alguém estivesse de carona com você? – E é isso, dependendo da sua resposta, esse deve ser esse o seu gosto musical pessoal, pois o nosso verdadeiro gosto, principalmente musical, é aquele que independe de estarmos nos expressando ou interagindo com alguém, eu acho.
Importante acrescentar que nosso gosto musical, depende muito do nosso estado de espírito, no entanto ele sempre pode variar dependendo de estarmos “acompanhados”, com quem, ou sozinhos.
Nesse post, eu usei apenas as músicas como exemplo, mas muitas coisas que fazemos como as roupas que vestimos, o esporte que gostamos, nossos hábitos alimentares, nossa religião, e até a carreira que “escolhemos” para seguir, está de alguma forma ligados a conceitos que nos foram impostos por interferências relacionadas ao meio em que estamos inseridos e pelas experiências condicionadas às nossas vidas.
Concluindo, acredito que todos nossos gostos são discutíveis sim, e dependendo do tipo desse gosto, é perfeitamente viável a participação de um profissional no assunto afim de que o mudemos para um gosto mais sociável.
A imagem do post, mostrando os símbolos musicais, é o render de uma modelagem 3d e foi feita no Blender.
Bem pessoal, se ainda estiver lendo, isso significa que o texto despertou alguma curiosidade em você, fico muito agradecido e sinta-se a vontade para dar suas opiniões com comentários.
Clique nas imagens para ampliar e espero que gostem e voltem sempre.

domingo, 17 de agosto de 2014

Descomplicando

Olá, à todos!
“Um certo pintinho dentro do ovo, prestes a nascer, e se sentindo inteligente, tentou entender de que era feita a casca do ovo, para em seguida descobrir um jeito de quebrá-la e sair de dentro dele. Depois de um certo tempo pensando pensando, decidiu tentar quebrar a casca com o bico mesmo, aí fez um furo, e ao olhar por esse furo, notou que seus irmãos já estavam correndo e brincando no terreiro”...
Uma mulher me disse uma vez, “que eu era tão inteligente que era burro”. E apesar de eu ter entendido o que ela quis dizer, eu não tinha me tocado sobre isso. Hoje estou tentando resolver esse problema descomplicando um pouco as coisas, e parece que está dando certo.
Casca de ovos e pintos no chãoA imagem dos pintos foi feita no Blender, e por ser um render com partículas, o processador do meu computador não está conseguindo acompanhar bem esse tipo de trabalho só tá dando pro gasto mesmo, espero que entendam e que gostem também.
Clique nas imagens para ampliar. Grato pela visita e sintam-se a vontade para opinar.
Sem mais e até a próxima.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Água, um produto dependente do meio

Segundo a ciência, desde que a terra foi formada há alguns bilhões de anos atrás, a quantidade de água existente nesse nosso planeta ainda permanece a mesma. Porém, em determinados e distantes períodos da história ela mudou de lugar, e isso é facilmente comprovado em várias regiões, onde são encontrados fósseis de fauna marinha, mesmo sendo em regiões de terrenos áridos. A causa dessa migração da água sobre o planeta, tanto pode ocorrer naturalmente com erupções vulcânicas e movimentos de placas tectônicas, ou por conta de intervenções externas como queda de asteroides e a ação humana (essa em curtos períodos de tempo).
Cenário com casinha, rio e canoas
Na antiga Rússia, uma plantação de algodão nas margens do mar Aral, o fez recuar vários kms de distancia, comprometendo seriamente sua existência, se nada for feito para reverter o processo. Leia mais aqui .
Bem pessoal, só para esclarecer, eu não sou biólogo nem geólogo mas gosto de assistir todos os tipos de documentários sempre que posso, e juntando alguns dados é fácil chegar a certas conclusões em relação a alteração do clima, em algumas regiões brasileiras. E como não estou escrevendo nenhum artigo cientifico, vou me atentar apenas em manter meu raciocínio e deixar a cargo de quem quiser se aprofundar mais sobre o assunto a procurar fontes que sejam mais pertinentes a respeito.
Para fazermos a “engenharia reversa” da chuva, tudo que precisamos entender, é como funciona o ciclo da água em certas regiões. Primeiramente fazendo um estudo da procedência dos vapores que formam as nuvens, e seguindo suas rotas descobrir aonde as chuvas dessas nuvens irão cair.
E para explicar melhor como funciona o ciclo da água, é preciso entender que esse ciclo nada mais é do que um rodízio dela própria ao mudar constantemente de estado (sólido, líquido e gasoso). Em seguida, entender o que provoca essas mudanças analisando como se formam os vapores, os quais tanto podem ser produzidos pela mudança de temperatura, como pela transpiração dos seres vivos, mais especificamente pela floresta.
Falando assim tudo parece fácil, mas sabemos que os ventos que empurram as nuvens, nem sempre seguem a mesma direção. E sabemos também que esse tipo de pesquisa exige algum investimento, e quando se fala em investimentos a médio ou longo prazo a coisa não costuma andar. Ainda assim acho que é possível, pois estamos falando de água, ou para ser mais claro, a falta dela.
Atualmente está faltando chuva em algumas cidades brasileiras, excepcionalmente do estado de São Paulo, e como esse é um fenômeno raro, ou para ser mais realista ou mesmo pessimista, um fenômeno novo, tendo em vista que isso pode se repetir e até mesmo piorar. No entanto eu não vejo nenhuma autoridade se perguntar sobre a origem do problema, pois é bem mais fácil simplesmente culpar a mudança do clima, o que é lógico, mas por que ninguém se pergunta porque que o clima mudou?! Bem, eu olhando imparcialmente aqui de cima (norte do Brasil) e por ter vivênciado algumas mudanças relevantes aqui também, embora não tão drástica, e mesmo dentro da minha ignorância do assunto, consigo perceber várias possíveis causas do problema, das quais vou citar algumas para que se alguém tiver algum interesse, possa se aprofundar no assunto e quem sabe até fazer uma tese, que são: a exportação de suco de laranja e outras frutas com grande concentração de líquido, a produção e exportação de carne nas regiões circunvizinhas (às com problema de falta de chuva) também pode ser uma fator importante, visto que a vegetação nativa é substituída por capim, e que a carne também tem grande concentração de liquido. Esses são dois fatores que devam ser pensados, mas que com certeza jamais serão cogitados por razões econômicas.
Outro fator importante são as represas de hidrelétricas que mudam drasticamente a rota das chuvas, e que também não serão cogitadas, e um terceiro, e o que eu considero mais importante, é a transposição do rio São Francisco, esse, tomara que eu esteja errado, mas acho que vai ser a maior catástrofe ambiental de todos os projetos já feitos no Brasil. E se você raciocinar comigo, é só imaginar uma grande plantação de frutos como; melancia, melão, laranja, abacaxi, tomates, pepinos e etc. e também cana de açúcar, em toda a margem do canal que transpõe o rio, em seguida imaginar essa produção sendo exportada para várias partes do mundo, aonde você acha que vai parar o “xixi” produzido pela ingestão desse líquido todo? - só que não para por aqui, durante todo o período de cultivo dessas plantações até a sua produção, “fora” utilizada grande quantidade de água na irrigação, e que mesmo esta água não tendo sido totalmente absorvida pelos produtos oriundos dela, ela evaporou pela transpiração da vegetação e foi levada pelo vento à locais impossíveis de se prevê onde ficam, e se esses locais vão propiciar um rodízio sustentável dessa água... quem pode saber?
Para concluir, é preciso entendermos que quando exportamos suco de frutas e também as próprias frutas, estamos exportando água para diversos locais do planeta, onde suas longa distancias e posições geográfica, torna impossível um rodízio sustentável dessa água, com consequências graves a longo prazo. E o que é pior, é que esse longo prazo pode já está sendo agora.
Mas é claro que nossos dirigentes estão rodeados de especialistas em tudo, e se um dia se instalar o caos nas mega cidades brasileiras pela falta d’agua, a solução será com certeza a de canalizar o rio amazonas para lá, e manter o ciclo vicioso.
Espero está totalmente errado, mas fica aqui a minha opinião (opinião de leigo), para quem quiser refletir sobre o assunto e também quiser acrescentar algo esclarecedor a respeito, ou apenas comentar mesmo.
A imagem do post é uma modelagem 3d, e foi feita por mim no Blender.
Por enquanto é só e muito grato pela visita.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Aprendendo um pouco.

Olá,...
Algumas coisas são complicadas de entender, e as vezes errando, é o jeito mais prático para se aprender essas coisas.
As baterias automotivas, por exemplo, costumam durar uma média de 4 anos para serem substituídas e quando precisamos comprar uma nova, dependemos unicamente do conhecimento dos vendedores que nos atendem, para que compremos a bateria correta; Voltagem, Amperagem de arranque e Amperagem hora.
Como eu não entendo bem desse assunto, levei essas características anotadas em um papel, afim de  fazer um orçamento. E como já era de se esperar, o vendedor “não sabia” o que significava o valor 450 A (Amperagem de arranque), e disse que o que valia mesmo era o valor 48 Ah (Ampéres hora), fiz de contas que concordei e resolvi fazer uma pesquisa a respeito, e descobri que o “450 A”, corresponde a potência máxima que uma bateria nova e carregada produz no momento de funcionar o motor de partida do carro, o que quer dizer que  o motor de partida deste carro precisa de uma bateria com estas especificações, afim de que a mesma funcione corretamente durante toda sua vida útil, e foi ai que comecei a entender o porque que algumas baterias duram bastante tempo, e outras menos tempo, mesmo com marcas iguais.
Bateria com lâmpadas
Resumindo: se a bateria do carro X é de 450 A quando está nova, isso quer dizer que a medida que vai envelhecendo, essa potência vai diminuindo até chegar ao ponto em que não tem mais força de funcionar esse mesmo carro. Por outro lado, se eu colocar uma bateria de apenas 300 A, como sugerida pelo vendedor, ela mesmo nova já está 150 A menos potente do que a de 450 A, ou seja eu já comprei perdendo 33%, o que equivale a uma vida útil sem perspectiva de duração, pois vai depender do tempo que ela vai durar até chegar ao mínimo que o motor de arranque precisa para poder funcionar.
Só para relembrar, eu não entendo muito bem desse assunto, apenas cheguei a essa conclusão baseado em experiências antigas e em umas poucas pesquisas que fiz, portanto se alguém entende cientificamente e quiser acrescentar alguma coisa, sintam-se a vontade para comentar.
Essa imagem, representando uma ligação em série "incorreta" de três lâmpadas, é uma modelagem 3d feita no Blender.
Clique nas imagens para ampliar e muito obrigado pela visita.

sábado, 14 de junho de 2014

Baterias e o meio ambiente

Olá, ...

Há um tempo atrás, quando quase não se falava em meio ambiente, as baterias (pilhas) utilizadas para o funcionamento dos poucos equipamentos eletrônicos que existiam na época, mantinham um padrão universal em praticamente três modelos básicos, pequenas médias e grandes. Essas pilhas independentemente das marcas poderiam se adequar a qualquer tipo de lanterna, rádios, vitrolas, rádios gravadores, calculadoras, e até em buzinas de bicicletas. Isso significava que em qualquer lugar onde estivéssemos e precisássemos de algum dos tipos acima, poderíamos encontrá-las facilmente em qualquer boteco sem precisar necessariamente descartar os objetos inteiros.
Nos dias de hoje, virou modismo um grande falatório em relação ao que é politicamente correto em relação ao meio ambiente, no entanto as soluções apresentadas, quando cumpridas, demoram décadas para serem iniciadas, e seus efeitos demoram mais ainda.
Pilhas no chão
Eu, dentro da minha “insignificância” como cidadão de um mundo tão grande, as vezes me pergunto do porque que marcas conceituadas não tomam a iniciativa de criar um movimento em prol da padronização dos milhares de modelos de baterias hoje utilizadas em inúmeros equipamentos?! – Certamente a resposta à essa pergunta é óbvia, tudo se resume nos lucros, lucros e mais lucros. É muito lógico que quando a bateria do nosso celular perde sua vida útil, é mais barato comprar um outro celular novo e com outra bateria também nova. O problema é, que muitas vezes, é o aparelho que é danificado, e a bateria continua nova mas sem nenhuma utilidade, nem mesmo serve naquele aparelho que abandonamos na gaveta apenas porque ganhamos um novo, e que sua bateria não carrega mais. Muitas vezes alguns aparelhos estão tão bem conservados e funcionando que dá pena jogar fora, e nem podemos doar já que é inviável a compra de uma nova bateria.
Como podem ver, eu só citei os celulares, mas existem uma infinidade de equipamentos: computadores, tabletes, luminárias de emergência, lanternas, etc.
Só para finalizar, quero dizer que não sou do tipo retrogrado, mas o meio ambiente é o nosso quintal, e com alguns modelos padrões limitados da produção dessas baterias, com certeza conseguiríamos uma redução significativa desse lixo que no meu ponto de vista é um dos mais insalubres.
A imagem do post, é uma modelagem 3d e foi toda produzida no Blender.
Por enquanto é só. Grato pela visita, e espero que gostem.
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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Ponte de Langlois 3d, concluída.

Olá,...
Depois de alguns ajustes e com o adicionamento das mulheres lavadeiras, estou finalizando essa fase da modelagem.
Ponte de Langlois em 3d, de Van Gogh.
Ao fazer essa versão da obra de Van Gogh e, de alguma forma poder interagir com o artista, eu posso dizer que é um aprendizado muito importante, isso porque a gente consegue perceber todos os detalhes da obra, e entender melhor a diferença entre uma simples ilustração e uma obra de arte.
Detalhes da ponte de Langlois em 3d, com lavadeiras
Em relação às mulheres lavadeiras, eu não sei se acertei no total, mas tentei posicioná-las de acordo o espaço a que ocupam sobre o tablado de madeira, e se alguém tiver maiores informações e quiser acrescentar algo que esteja errado, ficarei muito grato pois fiz algumas pesquisas mas não encontrei nada a respeito.
Com certeza esse trabalho não acaba aqui, ainda é possível melhorar muito essa versão, mas por enquanto é só. Espero que gostem.
Grato pela visita e até a próxima.
Clique nas imagens para ampliar.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Ponte de Langlois em 3d, 2

Olá,...
E aqui outro render da minha versão da obra de Van Gogh. Ficou faltando as mulheres, vou ficar devendo por enquanto, mas pretendo fazer mais para “frente” e postar aqui.
Ponte de Langlois em andamento
Como já falei no post anterior, o trabalho de modelagem está sendo feito no Blender 3d e as texturas sendo editadas no Gimp.
Clique nas imagens para ampliar e obrigado pela visita.
Por enquanto é só, e se quiserem sintam-se a vontade para dar suas opiniões ou críticas.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Ponte de Langlois em 3d

Olá,...
... essa é uma versão em 3d da obra de Van Gogh: Ponte de Langlois.
Nesse exercício eu tentei chegar o mais próximo possível ao ponto de vista do artista, e pude verificar que a perspectiva obtida no computador se sobrepõe quase perfeitamente às imagens da pintura original.
Usar obras de grandes artistas como referência para fazer modelagens 3d é extremamente gratificante, tanto no sentido de aprender mais sobre arte, como o fato de poder interpretar mais minuciosamente seus trabalhos, alem do que o resultado é sempre surpreendente. Essa interação é muito legal.
Todo o trabalho de modelagem 3d foi feito no Blender, as texturas foram editadas no Gimp.
Por enquanto é só, clique nas imagens para ampliar, grato pela visita, e sintam-se a vontade para opinar.
Até breve.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Ambiente de trabalho

Olá,...
Essa captura de tela mostra um detalhe de uma vinheta que fiz para o meu canal no youtube. A pequena animação mostra a simulação de uma Tv 3d com dois canais simultâneos, inclusive eu já expus aqui no blog um vídeo parecido mas nesse eu dei uma melhorada, vale a pena conferir no youtube.
O trabalho de modelagem e animação foi feito no Blender 3d.
Ambiente do Blender, Tv 3d com dois canais
Modo de edição do programa

Espero que gostem, e se quiserem deem suas opiniões.

Obrigado pela visita e até breve.

sábado, 19 de abril de 2014

Informe

Olá,...
Uma amostra da minha área de trabalho no modo de edição de vídeos no Blender.
De início achei que meu PC “antigo” não ia dar conta de fazer, mas com um pouco de paciência para não travar, deu para fazer tranquilamente.
Editando vídeo no Blender
Visualizando o modo de edição de vídeos
Esse vídeo mostrando o meu projeto anti mina, foi o primeiro que fiz com áudio, e postei no meu canal no youtube. Eu ainda estou aprendendo sobre o canal de vídeos, e não sei se vai ser bem acessado, mas no momento, o aprendizado é o que importa.
Bem pessoal, por enquanto é só. Obrigado pela visita e espero que gostem.
Clique nas imagens para ampliar.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Experimento com jogos

Olá,...

Essa imagem é uma pequena amostra do primeiro game que tento fazer no Blender.
Na verdade não é bem um jogo e sim um simulador, cujo já está quase pronto e que em breve pretendo postar um vídeo mostrando como funciona.
Modo de edição de jogos no Blender
Amostra da área de produção de jogos do programa
Aprender fazer pequenos jogos, sempre foi um sonho que para mim parecia bem distante, mas felizmente o Blender está me proporcionando essa oportunidade, e tá sendo muito legal. Aprender coisas novas é sempre muito bom.
Bem pessoal, por enquanto é só e espero que gostem.
Clique nas imagens para ampliar, e sintam-se a vontade para comentar.
Grato pela visita e até a próxima.

terça-feira, 4 de março de 2014

Render com arestas

Olá,...
Estou revisando o modelo, e também a malha dessa antiga modelagem de bicicleta, e resolvi postar essa etapa do processo.
Dessa vez renderizei no modo somente arestas, arestas e sólidos, e somente sólidos. Esse tipo de render é muito bom quando precisamos mostrar com maior precisão os detalhes dos objetos.
Tarefa realizada no Blender 3d.
Render com arestas

Render com cores e arestas

Render colorido
Possíveis opções de render do programa

Por enquanto é só, e espero que gostem.
Clique nas imagens para ampliar, e se quiserem podem dar suas opiniões.

Grato pela visita e até a próxima.