Seja bem vindo, você também

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

"Origem" do meu nome

Tudo aconteceu no dia em que meu pai e minha mãe foram me registrar no cartório local mais próximo. Nesse tempo ir à um cartório era coisa chique, e minha mãe certamente escolheu um de seus melhores vestidos com bolsos laterais bem fundos, obviamente, como quase não haviam ladrões ainda, devia ser para não perder dinheiro, e me levaram junto. Chegando lá, meio intimidados e nervosos por estarem em um ambiente um pouco sofisticado demais para eles já que eram muito humildes, e diante daquela senhora elegante do cartório, não quiseram nem sentar, ficaram de pé em frente a mesa. A mamãe tava meio torta comigo no colo, pois eu era muito gordo, e quando a senhora pediu sua identidade, o meu pai, um pouco mais inteligente e sabendo que o único documento que ela tinha levado era o título, e também não entendendo direito que ela não conseguia enfiar a mão no bolso para tirar o tal documento, nem se manifestou em me segurar enquanto ela fazia isso, e disse sem entender direito a situação: - Dá o “tito” (titulo) pra ela! - E a mulher achando que eu era o Tito, esticou os braços em minha direção e a mamãe me deu para que ela me segurasse enquanto ela enfiava a mão no profundo bolso para tirar o tal documento... Daí, não precisa nem explicar o restante da história, a mulher redigiu o registro sem sequer perguntar qual seria o meu nome, simplesmente juntou os dois sobrenomes, lhes entregou o registro junto com os outros documentos, e eles me levaram embora. E só quando os dois estavam no barco a caminho de casa é que foram lembrar que ela não tinha perguntado o meu nome, e quando olharam viram que ela tinha botado Tito. E ficaram com muita raiva, pois tinham escolhido, parece - me que; ... na verdade não sei, mas até que gosto desse...!!!
Nave espacial em fase de modelagem 3d
Essa é um versão e de ficção e humor da origem do meu nome, e é mais um dos textos que costumo postar em meus grupos sociais.

A imagem que ilustra a postagem, é um projeto que ainda está sendo desenvolvido. Está sendo modelada no Blender 3d, e possivelmente ainda sofrerá algumas transformações para que se adeque ao projeto.
Espero que tenham gostado desse post, e fico muito agradecido pela suas visitas.
Sintam-se a vontade para dar suas opiniões, e até a próxima.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

"Origem do coco".

Olá, pessoas!

"Origem do coco da praia".

No início, quando a terra já estava quase pronta, Deus reuniu seus anjos e deu a cada um deles uma quantidade de materiais para que eles fizessem vários tipos de frutos, e que estes frutos fossem comidos pelos animais, e suas sementes fossem espalhadas, semeadas e viessem a crescer e se reproduzir por toda a terra. E obviamente que existia uma quantidade pré estabelecida de frutas a serem feitas, de acordo suas espécies, assim como uma quantidade de materiais fornecidos, e também o tempo de entrega, desses frutos, que deveria ser cumprido.

E como é de se esperar em qualquer canteiro de obras, dentre todos os anjos, tinha um que se destacava sobre os outros, pelas suas "qualidades" um pouco diferenciadas dos demais. Ele era muito inteligente, mas era também meio desastrado, e as vezes passava os "pés pelas mãos" e fazia algumas "besteiras". E por conta disso, estava meio "queimado" com o Homem lá em cima. E como essa grande obra já estava quase no final, ele tentava se redimir, para que não tivesse mais problemas no futuro.
E após todos receberem suas tarefas, e também seus materiais, o nosso anjo resolveu inovar, e criar algo bem maior do que o que lhe fora designado a fazer, e do que seria um pequeno fruto com polpa comestível externa e tudo mais, ele resolveu fazer um bem maior, com polpa interna. E o que era para ser o caroço, ele converteu em suporte da polpa. E o fez, com o formato de duas cuias, que ao serem  fechadas de borco uma sobre a outra, dava ao fruto a aparência, e consequentemente a denominação de coco.
Coco cortado ao meio
E assim que as cuias ficaram prontas, ele percebeu que a massa de recheio só era suficiente para encher a metade dos cocos exigidos, pois ele tinha confundido a quantidade de cuias com o total de cocos. E meio sem graça, vendo que tinha feito “outra” bobagem, “correu” para fazer as outras metades das cuias que faltavam...E para compensar a diferença do peso que não batia com o tamanho dos seus cocos, devido o recheio só preencher a metade deles, resolveu completar a diferença com água. Encheu tudinho "até a tampa" para que não chacoalhasse dentro, e rodeou a cuia com uma grossa casca térmica e impermeável, afim de que a água não transpirasse de dentro para fora, pois achava que assim ia passar despercebido, pelo menos enquanto ele inventasse uma boa desculpa.

Tarefa cumprida, e chega o dia da prestação de conta dos produtos (frutos) criados. E numa enorme fila, todos exibiam com prazer seus coloridos, cheirosos e suculentos frutos; do tipo morangos, ameixas, amoras, uvas verdes, uvas roxas, pitangas, cerejas, saputis, cajus vermelhos, cajus amarelos, e etc...  E eis que chegou a sua vez: E meio nervoso com seus enormes cocos, e que de tão grandes que eram, já causou logo suspeita por parte do inspetor, foi logo selecionado para passar pelo controle de qualidade para ver se estava tudo certo. E já na sala do controle de qualidade, diante de uma equipe de inspeção, três avaliadores que já o conheciam de casos anteriores, lhe perguntaram como seria feito o ciclo reprodutivo do seu coco, já que nenhum animal ia querer comer aquela polpa fibrosa, sem cheiro, sem gosto, e muito menos ia poder engoli-lo inteiro...? E sem titubear, disse que aquilo em volta era a casca, e que a polpa de comer estava dentro... E pegando uma espada, um dos anjos avaliadores descascou com certa dificuldade um daqueles cocos borrachudos e ressecados, e fez um pequeno corte na cuia, o que lhe causou um forte espirro de agua no rosto. E com o rosto salpicado de água o avaliador esboçando um leve sorriso, lambeu o lábio, e concluiu a quebra do coco, e a água se espalhou sobre a bancada, causando alguns olhares repreensivos em sua direção. E vendo que o avaliador pareceu gostar da água do seu coco, explicou que apesar da polpa comestível do seu produto ser também a própria semente, ele resolveu que o coco nasceria naturalmente em praias a beira mar, e que o mesmo seria transportado boiando, auxiliado e protegido pela sua casca térmica e flutuante, através das correntes marinhas. E como a água do mar é salgada e não serve para beber, ele resolveu, além da polpa, colocar também água doce dentro dos cocos, pois assim o seu fruto poderia saciar ao mesmo tempo a fome e a sede de possíveis viajantes "perdidos" no mar...

No final todos gostaram e o coco foi aprovado... e é por isso que em determinada fase de amadurecimento do coco, a sua polpa só é suficiente para encher apenas uma de suas metades, e é por isso também que o coco passou a ser chamado de coco da praia.

“Este é um texto de humor e ficção, de minha autoria, portanto qualquer semelhança com o processo evolucionista de Charles Darwin terá sido mera coincidência” rss.

A imagem do coco partido ao meio, foi modelada no Blender, e editada no Gimp.

Fico muito agradecido pela sua visita, e sinta-se a vontade para dar sua opinião.
Até a próxima.

domingo, 18 de outubro de 2015

Será que eram Fantasmas?!

Acho que agora acredito em fantasma!

Sempre tive medo de escuro, e mesmo já tendo dormido sozinho em casarões antigos, e sem energia elétrica, nunca vi, nem ouvi nada que me justificasse a presença desses elementos; fantasmas. Mas um dia, ao chegar bem cedo em meu local de trabalho, cujo (local) é marcado por um importante fato histórico ocorrido aqui na região (casa azul), ao preparar a chaleira para passar o café, ouvi um som ressonante bem alto de uma barra de ferro que caía no chão, no banheiro ao lado. E esse som poderia perfeitamente ter sido produzido por alguma barra de ferro que caíra em consequência das dilatações térmicas, não fosse o fato de ter sido seguido de outro som da mesma barra de ferro, sendo que desta vez foi bem mais alto do que o primeiro. No momento achei que podia ser algum animal que tivesse ficado preso na casa no dia anterior, e que estivesse tentando sair, mas logo depois do ocorrido dei uma verificada tentando entender o que aconteceu e não achei nada que pudesse confirmar aquele som. Nenhum animal, e nem tampouco a tal barra de ferro.
Tela do celular com texto
Alguns dias se passaram, e em um outro dia, sendo eu novamente o primeiro a chegar, abri a porta da frente do prédio e sentei, a conversar com um colega de trabalho de outro órgão, em um banco que fica posicionado na entrada do prédio. E daí, conversando um pouco, de repente ouvimos o som de uma das nossas pesadas cadeiras sendo arrastada lá dentro. De início fiquei na minha, podia estar ouvindo coisas, mas ele, ouvindo também, me olhou meio estranho e perguntou se havia alguém lá dentro. Fiquei meio apreensivo, e mesmo sabendo que não, resolvi dá uma olhada... e mais uma vez, nada! Silêncio absoluto...

A ilustração é uma modelagem 3d, e foi feita no Blender.
A textura da tela é uma captura feita do celular, da postagem original de um dos grupos do WhatsApp, dos quais participo.

Fico muito agradecido pela suas visitas e espero que gostem, e sintam-se a vontade para dar suas opiniões, e até a próxima.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Dependência...

Olá, gente!
Como sempre costumo fazer, fiquei um bom tempo afastado daqui mas ainda não desisti do blog não. Na verdade tenho escrito bastante coisa em alguns grupos que participo apenas pelo smart, pois para mim está sendo mais conveniente escrever nele do que no computador. E depois de alguns textos que fiz e que considerei interessantes, resolvi transferi-los para o PC e fazer posts para o blog, como este que segue.
Cadeira de rodas no quartinho
Possivelmente eu vá continuar mantendo essa linha de interação; entre os textos do smart, e o PC.

Esse, eu escrevi de relance no dia dos pais, e embora tenha ficado meio sombrio para a data, eu gostei e achei que devia postar. E para quem lê-lo, eu espero que gostem também e se sintam a vontade se quiserem dar suas opiniões.





Dependência...

Quando não puder mais assuntos, compartilhar,
que eu considere importantes.
Quando minha presença for desnecessária
e minha ausência não for notada.
Quando a minha pergunta não for respondida
e minha fala for cortada.
Quando minha voz estiver perturbando
e meu silêncio lhe der prazer.
Quando lhe prender a respiração o meu cheiro,
e lhe “ascorizar” no sofá
um fio branco do meu cabelo.
Quando o meu manco caminhar
como uma nota desafinada lhe soar.
Quando as marcas das rodas da minha cadeira,
que descrevem no piso encerado da sala,
um pouco da minha dor,
repuxarem o canto da sua boca
ao atraírem o seu olhar.
Quando as minhas poucas roupas sujas,
forem lavadas no tanque, separadas,
mesmo cabendo também as suas.
Quando os sussurros, já não tão sussurrados,
superarem a barreira da minha surdez
e denunciarem que o motivo da reforma
daquele quartinho dos fundos,
é para um outro morador.
Quando o gasto com meus remédios
pesarem muito em seu orçamento.
Quando meus gemidos forem suprimidos
pelos seus fones de ouvido.
Quando a mesma solidão que antes doía
se tornar a minha melhor companhia.
....., ......, ......, ......, ......., ......, ......, ........, ........,
é porque com certeza, chegou a hora de partir....

A cena da cadeira de rodas, no quartinho sendo desmontado, foi modelada no Blender 3d.
Obrigado pela visita, e até a próxima.

sábado, 9 de maio de 2015

Atendimento preferencial

Olá, à todos!

As vezes eu não consigo entender, porque que algumas coisas tão simples e fáceis, parecem serem tão difíceis de entender. E com certeza você também não deva estar entendendo o meu excesso de entenderes, mas vou exemplificar aqui, e assim vai ficar mais fácil de você... (melhor não, já tá demais). Então tá! - A dúvida é sobre os atendimentos preferenciais; Ex. Em um supermercado com vários caixas, e consequentemente o mesmo número de filas, uma para cada caixa, existe sempre uma tímida placa, em um dos cantos superiores do ambiente, com alguns símbolos desenhados, que com certeza muita gente não entenda ou talvez nem veja mesmo tal placa, onde diz ou pelo menos tenta dizer, que algumas pessoas, dependendo do seu estado atual ou permanente, tenha atendimento preferencial.

No caso dos supermercados, existem, além destas, outras placas sobrepostas em alguns caixas, dizendo que aqueles são os caixas rápidos, e que são destinados apenas às pessoas que têm até dez itens em suas compras. E é aí que já começa uma confusão, pois é muito comum ver “mulheres grávidas” com carrinhos de compras enormes, se dirigirem à esses caixas, achando que ali também terão atendimento preferencial já que se “encontram grávidas”. E é claro que a pessoa que atende ali, tenta explicar, que ela pode ser atendida em qualquer outro caixa, exceto naquele e geralmente causa um pouco de constrangimento para “ambos”, o que não é muito bom para a imagem da loja.

Já em alguns bancos, que com certeza são gerenciados por pessoas pouco cuidadosas sobre esse assunto, costuma existir um ou mais caixas eletrônicos com aquela placa ridícula em cima dele, “indicando” que somente naqueles caixas os atendimentos devam ser preferenciais, e podem ser usados apenas por pessoas que necessitem desse tipo de atendimento, e é aí que começa outra confusão, pois as vezes estes caixas mesmo se encontrando totalmente vazios, muitas pessoas ficam intimidadas à os utilizarem, possivelmente com medo de serem multadas como se fosse uma vaga de estacionamento, o que é totalmente diferente, pois nesse caso, o correto e o melhor, é que essas vagas estejam sempre vazias e disponíveis para que seus legítimos usuários as possam encontrá-las facilmente.
Cadeira de rodas modelada no Blender 3d
Mas em alguns casos acontece exatamente o contrário, principalmente em dias de pagamentos de aposentados, quando muitos clientes preferenciais se encontram no banco, e as filas que indicam serem exclusivas para eles estão longas demais. E mesmo estes clientes tendo prioridade em qualquer caixa, ficam intimidados à tentarem ser atendidos em outras filas, pois novamente correm o risco de serem constrangidos pelos outros usuários, e muitas vezes, até mesmo pelos funcionários dos bancos, quando lhes indicam que seus caixas “são aqueles, e não estes”.

Outro dia, após enfrentar uma maratona de um dia de filas e correria a vários pontos da cidade, em um sol de rachar, e sem ter tempo nem mesmo para comer nada, consegui renovar minha carteira de habilitação em um único dia, o que considerei um recorde, e fui informado a voltar com duas semanas para ver se estava pronta, e assim o fiz.

Após duas semanas lá estava eu de novo no final de uma fila de uns vinte metros de comprimento, muito cansado e a escutar alguns comentários dos outros que se encontravam próximos a mim, de que já estavam com trinta dias e seus documentos ainda não tinham chegado, mas que só poderiam ter certeza mesmo quando chegassem lá no balcão. E aquilo foi aumentando minha fome pois já era horário pós almoço e ainda não tinha comido nada de novo, mas mesmo assim continuei me mantendo otimista de que a minha já estaria lá, pois tinha consultado na internet e o processo já havia sido encerrado.

Ao chegar mo meio da fila, um conhecido meu que tinha também renovado a sua carta no mesmo dia que eu, e que é cliente preferencial, foi logo atendido e me deixou mais aliviado ao dizer que a sua já estava pronta.
Bom! - O tempo passa, o tempo não voa, e a minha paciência já não continuava assim tão numa boa ... até que consegui ser o terceiro da fila; o primeiro já estava sendo atendido, tinha um outro na minha frente, e eu seria o próximo:
Mas eis que chega um rapaz, digo rapaz devido o mesmo aparentar dentre vinte e quatro a vinte e oito anos, portanto muito jovem ainda, e também muito alto e muito forte. Com uma aparência de militar, no entanto vestindo roupas civis, com uma criança no colo, o que seria perfeitamente normal se a criança que o mesmo segurava não fosse tão grande.

O menino que ele segurava, ou melhor, tentava segurar no colo devia ter uns nove anos de idade, e era também bem crescido e também pesado, pois o rapaz, mesmo sendo muito forte, vez por outra o colocava no chão para dar uma descansada e logo a seguir colocava nos braços de novo, para que assim o atendente lhe reconhecesse como cliente preferencial. E logicamente, que o pessoal que estava atras de mim, mesmo estando todos cansados, começaram a fazer pequenos comentários a respeito e também a rir daquela cena “estranha”. E o fato é que na hora de assinar os papéis, por mais que ele tentou, não conseguiu fazer com a criança nos braços, e teve que deixá-lo próximo ao balcão, onde o mesmo transitou livremente, sem portanto apresentar nenhuma característica de uma criança especial. Eu ainda pensei em fazer uma piada e perguntar se a carteira era para ele ou para a criança, mas fiquei com medo de apanhar lá fora, e preferir deixar essa passar. rs
Para finalizar, deu tudo certo, a minha também estava pronta.

A imagem da cadeira de rodas é uma modelagem 3d, e foi feita no Blender.
Bem pessoal, por enquanto é só, e se quiserem comentar e/ou acrescentar alguma informação sobre esse tipo de atendimento, sintam-se a vontade para fazê-lo, pois aqui todos os visitantes são preferenciais. rss
Obrigado pela visita, abraço á todos, e espero que tenham gostado.

sábado, 28 de março de 2015

Plebiscito: Xeque mate

Olá, à todos!

Apenas como esclarecimento, queria dizer que não é objetivo desse blog tratar de assuntos relativos a conceitos preconcebidos como religiosidade e política, no entanto para fazer esse texto acabei por recorrer a uma citação bíblica, e tentar expor melhor minha opinião a respeito do que penso sobre plebiscito, ou à essa tal de consulta popular que foi sugerida pelo governo logo após as manifestações de 2013, e que parece já está caindo no agrado de muita gente, e do qual sou particularmente contra e vou explicar aqui o porque.

E sendo este um tema político, vou tentar manter o máximo de imparcialidade possível, afim de que o meu texto não desvirtue do intento a que esse blog foi proposto.
Bem, primeiramente, já participei de três plebiscitos, e em apenas um deles a minha idéia bateu com a dos da maioria. Portanto, apesar de votar consciente, parece que meu modo de pensar, não é muito popular. Mas deixando o meu gosto de lado, vou expor abaixo minha citação do que mencionei acima, e de ante mão, queria explicar que esta é uma versão de uma das bíblias que baixei gratuitamente no smart (assunto de outros posts).

Mateus: 27. 19. E estando ele assentado no tribunal, sua mulher mandou dizer-lhe: Não te envolvas na questão desse justo, porque muito sofri hoje em sonho por causa dele.
20. Mas os principais sacerdotes e os anciãos persuadiram as multidões a que pedissem Barrabás e fizessem morrer Jesus.
21. O governador, pois, perguntou-lhes: Qual dos dois quereis que eu vos solte? E disseram: Barrabás.
22. Tornou-lhes Pilatos: Que farei então com Jesus, que chama Cristo? Disseram todos: Seja crucificado.
23. Pilatos, porém, disse: Pois que mal fez ele? Mas eles clamavam ainda mais: Seja crucificado.
24. Ao ver Pilatos que nada conseguia, mas pelo contrário que o tumulto aumentava, mandando trazer água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Sou inocente do sangue deste homem; seja isso lá convosco. Bíblia JFA Offline. Autor: Deus Programador: Marcel Rocco Versão: 3.2.4

E outra vez esclarecendo; embora eu não seja um leitor frequente da bíblia, já ouvi tantas histórias relacionadas a mesma, que sempre que preciso de um dos seus exemplos para uso no meu dia a dia ou para tentar explicar algo à alguém, acabo por recorrer a ela, pois sei que esses exemplos estão lá, são fáceis de encontrar, e este, além de ser um livro que existe em todo lugar é também muito convincente.

Em relação ao exemplo do plebiscito acima, é possível perceber claramente, que o “propósito” ou o resultado dos mesmos, muitas vezes vão além do que realmente pareça ser a verdadeira vontade do povo. E aqui mesmo no estado do Pará, houve recentemente uma consulta popular em prol de uma decisão de dividir ou não o estado. Mas antes que as opiniões fossem levadas às urnas, foi feito todo um “preparativo político” para que o resultado acontecesse exatamente como os governantes queriam, que era o de não dividir o estado. No entanto, só os que moram nas regiões mais distantes da capital, e mesmo que sejam estas também  as mais ricas e mais extensas do estado, é que sabem os sérios problemas que existem aqui.
Tabuleiro de xadrez com peças a maisE depois que saiu o resultado, que aliás já era previsto, e algumas contestações feitas contra o “modelo que foi desenhado” do tal plebiscito, inclusive considerado também inconstitucional pelos que eram a favor da divisão, os do “contra” alegaram que a opinião do povo era soberana e que o assunto estava encerrado.

O plebiscito sobre o sistema de governo brasileiro, entre presidencialismo, monarquia e parlamentarismo, foi outro em que as campanhas que deveriam serem feitas apenas para explicar como cada um deles funcionava, foi outro que deixaram rolar solto, onde a do presidencialismo, ao contrário das outras duas, ao invés de explicar apenas como o mesmo funcionava, induzia o publico a votarem nesse sistema, que aliás já era um velho conhecido nosso. E no final ficou tudo do jeito que já estava, o que foi uma grande decepção para quem ansiava por mudanças.

Agora, para finalizar e dar um xeque mate, e erradicar qualquer possibilidade de manifestação nas ruas contra qualquer decisão tomada “pelo governo”, estão alimentando aquela ideia de que falei no início, onde sempre que quiserem aprovar, mudar, ou criar alguma lei, de que isso seja feito através da tal consulta popular. Porém o que não podemos esquecer, é que “eles” foram voluntários ao se candidatarem aos cargos que hoje exercem, e que são pagos com altíssimos “salários”, e que são os verdadeiros e legítimos responsáveis pelas decisões a que forem tomadas para o “país”, e também que são conscientes de quaisquer efeitos que possam vir a ocorrer na opinião publica em decorrência das suas decisões, ao invés de simplesmente lavarem as mãos, pois somente assim, continuaremos tendo o direito de podermos protestar contrariamente se discordarmos delas, porque acho que o futuro de um país, das dimensões do Brasil, não pode ficar a mercê de consultas populares onde sabemos que a maioria sempre vence, e que dentro dessa maioria, ainda consiste nos dias de hoje, de uma outra maioria, que infelizmente, é totalmente suscetível a manipulação “política”.

Quero também deixar claro aqui, que esta é apenas minha opinião pessoal sobre o assunto, e que não estou fazendo nenhum tipo de campanha contra ou a favor, pois sei que todos somos livres para analisarmos e decidirmos o que é melhor para nós. Mas preferia que fatos que mudam para sempre nossas vidas, devessem ser “decididos” apenas por votos de pessoas conscientes, e não o contrário como é o que parece “acontecer” hoje no Brasil.

A ilustração desse post, é uma modelagem 3d feita no Blender, e editada no Gimp.
Desde já agradeço a todos pela presença no blog, e sintam-se a vontade se quiserem deixar suas opiniões através de comentários, e/ou marcando os quadradinhos abaixo.
Clique nas imagens para ampliar, e grande abraço.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Deslizando vértices nas arestas.

Olá, pessoal!
A postagem de hoje, embora diferente das ultimas que tenho feito, e que pareça estar fugindo um pouco do foco do blog, é na verdade um “recall” desse foco. Ou seja, esses assuntos é que deveriam serem os mais frequentes nos posts, só que no decorrer desses temas que venho postando aqui, andei percebendo que tenho mais facilidade em me expressar sobre outros assuntos, e terminei por seguir outro “caminho”. E como sou eu mesmo o administrador do blog, e também por não ter tido reclamações por parte dos que preferiam os primeiros temas, acabei gostando e fiquei. Mas hoje, resolvi relembrar, e fazer esse post em forma de dica de modelagem, e aproveitar também para mostrar um pouquinho de como funciona esse processo.
O processo de modelagem 3d se torna mais e mais interessante à medida que aumentamos o nosso aprendizado, e por outro lado, é também interessante para quem está iniciando já que tudo é novidade, portanto, de um jeito ou de outro, seja em que nível estivermos nos conhecimentos das técnicas, estamos sempre nos surpreendendo com coisas novas e bem simples, mas que, por desconhecermo-las fazem muita falta quando precisamos delas.
Editando vértices no Blender 3d
A modelagem dessas peças de xadrez, foi um desses momentos, onde tive algumas dificuldades ao modelar o bispo, visto que o mesmo tem uma fenda inclinada na parte superior, e na hora de dividir e inflar a malha (subsurface), as bordas da fenda ficavam enrugadas e muito feias.
Tentando encontrar uma solução para o problema, primeiramente tentei aumentar a pressão da aresta que contorna a fenda (shift + E), mas não funcionou, depois dupliquei a sub divisão das superfícies, e também não deu certo. No entanto, tendo certeza que existia uma forma de resolver isso, fui abrindo os sub menus das arestas e vértices, até que descobri que podia deslizar, tanto com as  arestas pela malha, coma também com vértices pelas arestas. E para isso, bastava selecionar o item (aresta ou vértice), pressionar as teclas shift + V, colocar o mouse próximo ao local onde pretendia que o mesmo (item) ficasse, deslizá-lo com o uso do mouse, fazer os ajustes necessários e dar um enter para fixá-lo no local.
Ah, sim! - Para fazer a fenda, eu usei o método de subtração, no qual um objeto é colocado no local onde se quer subtrair o seu volume de um outro objeto, e aplica-se o modificador de diferença. E acho que essa é a primeira vez que utilizo esse método, pois o resultado da malha, é sempre duvidoso, e precisa ser consertado, e costuma dar o mesmo trabalho de quando é feito normalmente, só que nesse caso facilitou bastante, devido a ajuda do deslizamento das vértices pelas arestas.
Bem pessoal, apesar de toda a trabalheira e novos recursos usados na modelagem do bispo, o resultado ainda não ficou nem um pouco bom. Tem muitos erros aí que, com certeza, qualquer profissional da área condenaria na hora, mas para o que eu pretendia fazer, acho que ficou bom por enquanto. De qualquer forma, esses materiais ficam arquivados em modo de edição, e sempre que precisar, eu posso reeditá-los e melhorar suas características.
Esse tabuleiro com todas as peças de um jogo de xadrez,  está sendo feito no Blender 3d, e vai ser utilizado para ilustrar o texto de um futuro post para este blog.
Por enquanto é só. Fico agradecido pelas suas visitas, e sintam-se a vontade se quiserem dar suas opiniões.
Clique nas imagens que elas ampliam, e até a próxima.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Novos conceitos.

Olá, à todos!

Concluindo o post anterior, quero dizer que após as faturas originais chegarem pelo correio, com o atraso de sempre, ainda perdi uns três dias indo à loja, e não consegui resolver o problema. No entanto, de posse das poucas informações contidas nessas faturas (as originais), resolvi pagar a que estava duvidosa e tentar encerrar o assunto, e aguardar o próximo mês para ver no que dava.
Esse mês recebi uma mensagem dizendo que o valor da conta não tinha atingido dez reais, e que esse valor seria adicionado ao do próximo mês. Não sei o porque de me mandarem essa mensagem, pois ao ir à loja pegar a outra fatura do modem, vi que a do smart também estava lá em conjunto. Paguei-as e estou esperando o próximo mês de novo,... e o resto você já sabe...
Smart phone como usado base
Ah, só mais uma coisinha; em uma dessas esperas na loja, um Sr. perdeu a cabeça, e bateu com força com a mão na mesa de uma das moças, que foi preciso o segurança e a gerente interferirem e tentar resolver seu problema. E claro que ninguém concordou com isso, pois os olhares das pessoas que presenciaram a cena “diziam” isso, mesmo porque as moças não tem nenhuma culpa, pois são apenas funcionárias cumprindo ordem. Mas, se existe um culpado, e eu sei que existe, são os órgãos fiscalizadores, que deveriam proteger o direito dos consumidores, e infelizmente parecem que não existem mais, em suma, o próprio governo.
Bem, agora vem o lado bom do meu post: fora esses contratempos, eu gostei de ter feito esse pequeno “investimento” em mim, pois como disse no início do post anterior, gosto de tecnologia e do que ela oferece para facilitar minha vida.
Após iniciar meu aprendizado na era smart, comecei a descobrir um mundo cheio de novidades. O próprio aparelho em si, já vem com alguns aplicativos com vários tipos de funções, mas que ainda abre um leque de opções para serem baixadas. Muitos são “gratuitos” e outros tantos, podem ser comprados por um preço bem acessível. E dentre os gratuitos, posso citar alguns que baixei, e que estão me sendo úteis: pra começar, baixei um anti vírus, duas bíblias, um tradutor, algumas bússolas, um decibelímetro, uma “estação meteorológica”, um repelente de insetos que ainda não sei se funciona, e estou também usando um monitor de exercícios diários (esse já veio no smart), e outros que não gostei, e já desinstalei.
Esses aplicativos costumam ser bem pequenos e fáceis de baixar, e os gratuitos, mesmo vindo acompanhados de propagandas (on line), são muito bons.
Embora eu esteja me expressando para alguns feito um “alienígena”, fiz questão de escrever isso, não para estes, mas talvez para pessoas, que com certeza, assim como eu, ainda tenham impregnados em seus DNAs alguns “resíduos sólidos”, do milênio passado, difíceis de sair. E que por vezes e até sem querer, “nos vemos” criticando os mais jovens por se comportarem de forma que não compreendemos direito.
Só para finalizar, acho que se não podemos manter o mundo do jeito que achamos que seja o mais viável, temos que nos adequar a ele da maneira que melhor nos convier, pelo menos assim, não ficamos totalmente alheios aos temas contemporâneos, e podemos interagir melhor com as novas gerações.
Todos os objetos da cena foram modelados no Blender 3d
Sintam-se a vontade se quiserem dar suas opiniões. Fico muito agradecido com suas visitas, e até a próxima. Clique nas imagens que elas ampliam.
Abraço!

sábado, 13 de dezembro de 2014

Comunicação no modo Pré... histórico.

Olá, pessoal! Há quanto tempo né?!
Tecnologia versos R. H.

O assunto desse post, iniciou-se a partir de uma viagem que fiz no mês passado, com alguns colegas de trabalho, e quando ocorriam alguns momentos importantes, como o próprio ato estressante de esperar a hora do embarque, assim como outros bem mais descontraídos, como a visita que fizemos ao museu para ver os bichos, todos exibiam logo seus smartphones, e começavam a fazer uso deles; desde acesso a internet, joguinhos, ouvir músicas, ou mesmo a tiragem sem compromisso de muitas fotos.
Bem, eu sempre fui muito fã de tecnologia, sempre quis ser um dos primeiros a utilizar desses benefício, mesmo porque essa é a melhor maneira de aprender, e de me manter atualizado que conheço, alem de ler os manuais óbvio. Só que nesse quesito telefone, deixei muito a desejar, pois possuindo cameras digitais, achava que sempre que precisasse, elas estariam disponíveis. E tendo um celular bem antigo mas que funciona muito bem, para que comprar um smartphone se também tenho internet em casa? –Puro engano, hoje as coisas acontecem muito rápido, e normalmente não costumam se repetir, e as câmeras de que falei, permaneceram na mala durante todo o período da viagem, com as baterias descarregadas, e não quis “pagar o mico” de usar seus “monstruosos” carregadores nas tomadas da sala de espera. E no hotel, as tomadas também são diferentes dos plugs deles, isso sem falar no tamanho dessas cameras, totalmente desproporcionais quando se quer ser discreto.
Tacape sobre um celular
Depois desses pequenos constrangimentos, decidi que na volta para casa, a primeira coisa que faria era a de me atualizar comprando um smart para mim também, e assim o fiz.
Após a compra de um bom aparelho, veio a primeira necessidade embutida. Precisava trocar o meu plano antigo, por um com internet, porém conservando o mesmo número, e assim o fiz. E tudo ocorreu muito bem logo na primeira tentativa que fiz ao ligar para a central de atendimento. E dois dias depois, eu já passei a ser um homem atualizado de novo, com internet móvel, redes sociais, e tudo o mais. E tudo ia muito bem, até o dia em que fui a loja comprar um novo chip, e aproveitei para pegar também minhas faturas, pois se depender do correio aqui, sempre pagamos as contas com acréscimos de juros, já que sempre chegam atrasadas. E ao olhar as faturas, vi que algo estava errado, pois os valores eram bem maiores que os planos que havia feito, e uma delas estava duplicada, e com valores diferentes. Peguei uma senha de atendimento, e fui o penúltimo a ser atendido, e após muitas tentativas da funcionária de entender o porque das contas erradas, ela ligou para a central, e após longos minutos de espera, e a loja já ter fechado, ela me passou o telefone para que eu mesmo conversasse com a pessoa do outro lado da linha. E não preciso nem dizer que isso não funcionou, pois os seguranças da loja estavam se alternando paro o horário noturno, e conversavam muito alto, impossibilitando totalmente que eu ouvisse alguma coisa no telefone. Desliguei o aparelho, e resolvi tentar em casa a noite para ver no que dava. Isso era uma quarta feira, e após o horário das novelas, resolvi tentar falar com alguém da central. E é claro que a única coisa que consegui, até o final do programa do Jô, foi ficar com a orelha quente, e ouvi repetidamente uma musiquinha sem começo nem fim que eles põem, para que desistamos logo, eu acho.
No dia seguinte fui novamente a loja, e logo na porta, uma funcionária me recebeu dizendo que todo o sistema estava fora do ar e que nada estava sendo feito. E a noite, tentei novamente, só que dessa vez eu consegui falar com uma atendente, que depois de muitas explicações minhas, ela disse que esse problema só poderia ser resolvido na loja. E no dia seguinte fui novamente a loja, “desculpem eu estar repetindo as mesmas palavras, mas é que não estou encontrando outro jeito de escrever isto”, e dessa vez uma outra moça, muito educada e gentil me atendeu, e quando o problema estava quase sendo resolvido, a ligação caiu, e mesmo ela tentando outras vezes, não conseguiu resolver nada, só que dessa vez, ela me agendou para o dia seguinte, para que eu fosse direto com ela, pois ligaria para a ouvidoria e resolveria o tal problema. E no dia seguinte, lá se vai eu de novo, todo achando que ia dar tudo certo. Só que a moça que entrega a senha, foi verificar com ela o porque que eu seria atendido diretamente com ela, sem precisar de senha, ela mandou-me um recado pela da senha, que aquele problema só seria resolvida na ouvidoria, e que só funcionava nos dias úteis e em horários comerciais, e que eu mesmo ligasse para lá, e não tendo mais o que fazer ali, sai e fui embora.
Na Segunda feira, ainda pela manhã, liguei para a tal ouvidoria, e logo na Segunda tentativa uma moça me atendeu, e após explicar várias vezes, ela disse que ia anotar meu problema, e ia me retornar a ligação com cinco dias úteis (coisa que não aconteceu ainda), mas se eu quisesse tentar ligar para a central, quem sabe eles resolveriam por lá...
Bem pessoal, sei que estão cansados de ler isso se é que conseguiram chegar até aqui, e o pior, é que essa historinha interessante ainda não terminou. No momento, resolvi pagar uma das faturas, a que estava com os valores do meu modem, e do plano novo do smartphone juntos, em valores somados. A outra, do plano anterior, (só celular) eu vou esperar chegar as originais pelo correio, e ver se descubro alguma coisa.
No momento, decidi que se não resolverem esse problema, eu vou ter que pagar todas as contas, mesmo que repetidas, e logo que ficar confirmado os pagamentos vou mandar cancelar tudo, e depois quem sabe, fazer outro plano com outra operadora,... outra operadora!? Até parece, são todas iguais, a única diferença está no se pega ou não se pega. Talvez eu faça na mesma mesmo, afinal, preciso me manter atualizado né? Principalmente me acostumando com esse péssimos serviços de atendimento.
A imagem do post, eu tentei expressar o que sinto a respeito dessas dependências que estão sendo criadas pelas empresas, onde as tecnologias evoluem tanto e tão rapidamente, e os recursos humanos, parecem estarem retrocedendo à idade da pré história, e a desculpa é sempre a mesma; a culpa é do sistema.
Por enquanto é só, fico muito grato pela visita e até a próxima.
A imagem foi modelada no Blender 3d, e para ampliar, é só clicar sobre ela.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Aerobarco de brinquedo 3d.

Olá, à todos!

Esse barco de brinquedo, foi criado a partir de uma necessidade didática emergente no sentido participativo de um grupo de três jovens à uma feira de ciências, a qual o projeto inicial não deu certo, e pelo pouco tempo que ainda restava até o dia do evento, fiz a sugestão desse modelo, visto que cumpria as exigências do professor, e poderia ser feito em tempo record.
Já se passava do meio dia quando elaboramos a relação dos materiais a serem comprados, e no final da tarde iniciávamos a confecção do protótipo, pois logo à noite teria que se fazer um vídeo dele funcionando e cujo deveria ser levado na manhã seguinte para que o professor desse seu aval de aprovação ou não, para que pudesse expor o mesmo no próximo fim de semana.
Aerobarco de brinquedo feito com garrafas plásticas
Logo no início da noite o barquinho estava pronto e ao fazer o teste drive, funcionou perfeitamente como deveria, exceto pelo fato de que as pilhas começaram a esquentar e sair fumaça. Como estávamos lidando com água, resolvemos adiar os consertos para o dia seguinte, no entanto ainda tínhamos que fazer o vídeo para levar pela manhã ao professor. E mais uma vez tivemos a brilhante ideia de usar um ventilador na parte de trás do barco, assim o vento empurrava o barco, ao mesmo tempo que a hélice giraria, dando a entender que o mesmo estaria andando sozinho. E assim foi feito, e deu certo não fosse por apenas um único probleminha que surgiu na hora da filmagem: é que em certas partes do vídeo, a pessoa que segurava o ventilador, e ao mesmo tempo que tentava protegê-lo da frente da câmera para que este não aparecesse na filmagem, ficava girando em torno da pequena piscina, e em certos momentos o barquinho aparecia andando de lado como um caranguejo, isso sem falar no áudio, em que a mesma perguntava; - E se eu pegar um choque? Foi bem engraçado ver o vídeo, quase morri de rir. O fato que é que o professor não percebeu a "fraude", no entanto no dia seguinte consertamos tudo, e os jovens alunos tiveram sua participação com êxito na feira.
O Aerobarco é uma modelagem 3d e foi feita no Blender. Foi baseado no protótipo real, no qual foram utilizadas garrafas descartáveis, varetas de bambu, ligas elásticas (elásticos), um cooler e pilhas.
Por enquanto é só, grato pela visita, espero que gostem, e sintam-se a vontade para opinar.
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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Rodinha opcional

Olá, à todos!

Essa postagem mostrando uma das minhas invenções (rodinhas opcionais para sandálias) que não deu certo, pelo menos por enquanto eu acho. É uma pequena forma que encontrei de eternizar um dos meus momentos de descontração que costumam ocorrer entre fatos e bate papos com algumas conhecidas minhas.
Sandália com rodinhas de segurança - humor
Espero que não me entendam mal, pois não existe sarcasmo nem nenhum tipo de maldade aqui. É apenas um registro simbólico mesmo, e com uma pitadinha de humor.
A imagem é uma modelagem 3d de observação, onde a sandália usada como modelo foi cedida gentilmente por uma colega, da qual fiz um esboço rápido e depois concluí o trabalho, que foi feito no Blender 3d.
Espero que gostem, e sintam-se a vontade para dar suas opiniões com comentários.
Clique nas imagens para ampliar, espero que gostem, obrigado pela visita e voltem sempre.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O fona

Olá, à todos!

As vezes algumas lembranças antigas permeiam a nossa mente e nos traz certas recordações que valem a pena registrar aqui.
A imagem das bolinhas de gude no chão representa uma das brincadeiras de criança do meu tempo.
Já faz tempo que não vejo essas bolinhas e nem sei se as crianças ainda brincam dessas coisas, e também não sei se lembro direito de todas as regras, mas vou tentar descrever pelo menos uma que ainda acho que me lembro.
Para começar, nós conhecíamos essas bolinhas de gude, como “peteca”. E um dos jogos era denominado “bidé”, também não sei se é assim que se escreve.
O bidé, consistia de colocarmos a maior “peteca” a uma certa distancia, e íamos jogando um a um uma bolinha em direção ao bidé, e a medida que ninguém acertava, as bolinhas iam-se acumulando, e consequentemente aumentando gradualmente as chances desses acertos, e sempre que acertávamos alguma bolinha, tínhamos o direito de recolher a própria bolinha jogada, assim como as que teriam sido tecadas. E no caso de acertar o bidé, todas as bolinhas eram recolhidas por quem o acertasse, exceto o bidé.
Bolas de gude no chão
Nesse jogo era comum que ninguém queria ser o primeiro a jogar, devido, no início do jogo, só haver o bidé para ser acertado, daí existia uma hierarquia de rodízio, de acordo com quem solicitava primeiro sua posição na hora de jogar, e o primeiro a pedir sempre queria ser o fona (ultimo), o próximo optava por ser o antes fona, e assim ia-se decrescendo de acordo a quantidade de garotos até chegar ao ultimo, que nesse caso era o primeiro a jogar.
A estratégia do que jogasse primeiro, era a de tentar acertar o bidé ou no caso de errar, tentar deixar sua "peteca" na frente do bidé, pois assim reduziria a possibilidade de que alguém o acertasse, e na sua próxima jogada, tendo bastante bolinhas, aumentar-se-ia assim suas chances de acertos. Muito legal, valeu a pena ter relembrado isso.
A imagem das bolinhas de gude é uma modelagem 3d e foi feita no Blender. A textura do chão é uma foto minha.
Por enquanto é só, espero que tenham gostado, e sintam-se sempre a vontade para dar suas opiniões com comentários.
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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Gosto se discute?

Olá, à todos.
Fazendo uma auto análise sobre o meu gosto por música, eu pude perceber que nem sempre as músicas que a maioria das pessoas ouvem, são realmente as que elas de fato gostam. E baseado nessa pequena descoberta que acredito ter feito, resolvi fazer um teste avaliativo afim de poder confirmar ou não o meu ponto de vista. E o teste é bastante simples o qual convido você a participar. Bem, só para exemplificar melhor como cheguei a essa conclusão, eu estou me baseando no jeito como muitas pessoas costumam ouvir músicas nos finais de semanas em seus quintais. Notei que elas sempre as ouvem com um volume acima do necessário para elas próprias, e isso induz a uma psicologia de que na verdade, ao mesmo tempo que elas ouvem suas músicas com o volume máximo, elas também estão tentando se expressar com seus vizinhos, só que de um jeito bem primitivo, é como se quisessem transmitir através dos seus "gostos musicais", um pouco de suas personalidades, faz lembrar certos primatas que se comunicam e demarcam territórios através de gritos. E o mais interessantes, é que mesmo estando sozinhas, ainda assim “arrebentam” com o volume, e consequentemente com seus tímpanos e também dos de quem está por perto, eu mesmo já fiz muito isso (moderadamente claro), que me desculpem os meus vizinhos.
Figuras rítmicas em posições aleatórias
Voltando a falar sobre o teste para saber se as músicas que ouço são mesmo as que eu gosto, o teste é bastante simples, basta você se perguntar, sobre qual música ouviria ou ouve quando está literalmente só, onde apenas você e somente você é capaz de ouvir e ou demonstrar que está ouvindo, visto que em alguns casos, mesmo com fones de ouvido, baixinho, ainda assim é possível escapar um pouquinho de som para quem está perto, e mesmo que nenhum som escape, ainda assim você está passando essa informação, de que ouve alguma coisa. E para entender ainda melhor, se imagine viajando sozinho em seu carro, com os vidros fechados em uma estrada pouco movimentada. - E aí, quais músicas das que estão em seu pen drive, você ouve? – São todas elas, ou você vai pulando várias das que ouviria apenas, quando mais alguém estivesse de carona com você? – E é isso, dependendo da sua resposta, esse deve ser esse o seu gosto musical pessoal, pois o nosso verdadeiro gosto, principalmente musical, é aquele que independe de estarmos nos expressando ou interagindo com alguém, eu acho.
Importante acrescentar que nosso gosto musical, depende muito do nosso estado de espírito, no entanto ele sempre pode variar dependendo de estarmos “acompanhados”, com quem, ou sozinhos.
Nesse post, eu usei apenas as músicas como exemplo, mas muitas coisas que fazemos como as roupas que vestimos, o esporte que gostamos, nossos hábitos alimentares, nossa religião, e até a carreira que “escolhemos” para seguir, está de alguma forma ligados a conceitos que nos foram impostos por interferências relacionadas ao meio em que estamos inseridos e pelas experiências condicionadas às nossas vidas.
Concluindo, acredito que todos nossos gostos são discutíveis sim, e dependendo do tipo desse gosto, é perfeitamente viável a participação de um profissional no assunto afim de que o mudemos para um gosto mais sociável.
A imagem do post, mostrando os símbolos musicais, é o render de uma modelagem 3d e foi feita no Blender.
Bem pessoal, se ainda estiver lendo, isso significa que o texto despertou alguma curiosidade em você, fico muito agradecido e sinta-se a vontade para dar suas opiniões com comentários.
Clique nas imagens para ampliar e espero que gostem e voltem sempre.